“É preciso re-ensinar que o livro é uma forma exigente de cultura, que textos pedem enfrentamento, que autores podem ser sofisticados, que os diálogos podem ser mais simples – ou simplórios – que descrições e narrações, que a lentidão não é necessariamente ruim, mas pode conduzi-lo – o leitor – à introspecção. Logo são necessárias boas maneiras para a leitura, e não só à mesa...” (SALGADO, 2005:188)
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