19 Maio 2008

O Peixinho

O peixinho no lago
Sorrindo a nadar
Feliz brincava
Com as folhas
Que caíam na água
Fazendo biquinho como passarinho

2º ano Prof. Enedina
E.M. Flávia Dutra

Os cães

Eles são diferentes
Igual a gente
Tem pêlo e não tem rabo
É fofo e gosta de brincar de bola
Manso e calmo
Quando vem a turminha
Balança a orelhinha
Ele é o meu cãozinho tão bonitinho.

Karina Cerqueira
4º ano Prof.Joana
E.E. Guido Marlière

Gato branquinho

Um gato branquinho
Pula murinho
Toma leitinho
Bem bonitinho
Dorme quietinho
E bem cobridinho
Brinca sozinho
Com seu bonequinho


Vitória Roberto Severino
4º ano Prof. Joana
E.E.Guido Marlière

O meu gatinho

Eu tenho um gatinho
Ele é muito fofinho
Ele gosta de leitinho
Um dia meu gatinho
Subiu no muro da vizinha
Só pra beber leitinho
Que gatinho assanhadinho!


Lais Carvalho Pereira
4º ano Prof. Joana
E.E.Guido Marliére

O Peixinho Nadador

O peixinho vive,
A nadar, de um.
Lado para o outro,
Seja no raso ou no fundo.

O peixinho nadador,
Nada, nada em círculo.
Ou no quadrado, mas.
Não chega a lugar algum.

Porque está preso num
Pequeno aquário, mas.
Quando solto no riacho,
Ou rio, chega a flutuar feito pluma.

Leonardo
4º ano Prof. Joana
E.E. Guido Marlière

Meu Coelhinho

Eu tenho um coelhinho.
Ele é tão bonitinho.
E é um pouco sujinho.

Ele é muito comilão.
E tem um focinho grandão.
Ele é como um irmão.

Ele é novinho.
E tem um rabinho com um ponponzinho.
E tem um bigodinho cheio de fiozinhos.

Então é o meu coelhinho.
Amo ele como um amiguinho.


Bruno La Gatta Oliveira
4º série Prof. Aparecida
E. E. Guido Marlière

15 Maio 2008

Amigo cão

Falar do meu amigo cão
É sinônimo de carinho,
respeito e afeto.

Cão que todos os dias ajuda
Minha família ter uma
História pra contar.

Seu jeitinho nos cativa,
Jeito travesso, bagunceiro
E até mesmo inteligente.

É só chamar que ele está
Pertinho da gente, melhor
Que muitas pessoas.

Sabe como chama essa
Criaturinha tão cativante?
Nilon, esse é meu cachorrinho.
Tem mais algo a explicar.
Esse é meu melhor amigo.

Vitória da Silva Diogo
3º série Prof. Fatinha
E. M. Flávia Dutra

O meu cão Spaik

O meu animal
é especial
é um cão valente
vigilante no meu quintal.

Papai arrumou
um bom vigilante
ele é bravo
e late bastante.

Spaik é bravo
adora morder
todos temem
quando o vê.

Papai o colocou
numa coleira
porque ele estava comendo
a coruja no poleiro.


Lucas da Silva Ferreira
3º série Prof. Fatinha
E. M. Flávia Dutra

12 Maio 2008

A casa dos animais

A casa é de caco
Quem mora nela é o macaco.

A casa tão bonita
Quem mora nela é a gata.

Essa casa é de lata
Quem mora nela é o vira lata.

Essa casa é de telha
Quem mora nela é a abelha.

Essa cassa é elegante
Quem mora nela é o elefante.

E descobri de repente
Que não falei em casa de gente.


2º ano de alfabetização
E.E. Guido Marlière
Tia Carmen

E começam os poemas...

Mimi – A gata


Quando está com sede
ela vai correndo beber água
da sua vasilha
tirada da pia.
Quando tem fome, ela mia.

Apronta confusão
pra ter atenção.

Tem mais de mil miados diferentes
para cada coisa que sente.

O resto do tempo ela banca a trapezista
como se fosse uma grande equilibrista.

Depois, inventa
de sair em disparada
parece que leva susto
pois fica toda arrepiada!

Ana Karoline M. Rosa
3ª série – Prof. Mônica
E.E. Guido Marlière


A cachorra Lili e o cavalo Loló


O cavalo Loló
arrasta o pó.
A cachorra Lili
só quer dormir.

O cavalo Loló brinca, brinca no jardim.
Alegre como ele só, comendo todo o capim.
Lili come sempre na casa da vizinha.
Isto mostra a todos, como ela é espertinha!

Brincam juntos todos os dias.
Sempre com muita alegria.
Lili e Loló são amiguinhos.
E brincam também com os coelhinhos.

Nayara Jaqueline B. da Silva
3° série – Prof. Mônica
E.E. Guido Marlière


O meu cãozinho Bobi


O meu cãozinho Bobi
é muito fofinho
e sempre gosta
que lhe façam carinho.


Ele é muito guloso
mas estou bem orgulhoso
de ter um cãozinho
tão maravilhoso.

As vezes não quer comer
e começa a correr,
mas, eu sei que é pequeno
e um dia vai aprender.

Quando quer comer
sobe numa lata
e provoca o vizinho
batendo na sua porta .

Ele é teimosinho
mas fico feliz...
por ter um cachorrinho
tão grande amiguinho!


Ana Flávia Ramos de Almeida
3ª série – Prof. Mônica
E.E. Guido Marlière



O Cachorrinho Pretinho

O cachorro pretinho é muito levadinho.
Ele tem muitos amiguinhos.
Que também são levadinhos e pretinhos.

Ele sempre vai ao parque
brincar com seu amiguinho e comer bolinhos.
adora bolo de chocolate,
Partidos em pedacinhos.

Quando chega de tarde
ele vai dormir com seu irmão Joãozinho...
e vai...
sonhar com bolinhos e amiguinhos.


Murilo Martins Gomes
3ª série – Prof. Mônica
E.E.Guido Marlière

05 Maio 2008

Atenção, crianças! Recadinho da Madu!

“Crianças, li todas as mensagens. Estou emocionada com os textos e com a animação de sapinhos pulando, florzinhas, carinhas sorridentes dando thial.
Agora desafio vocês a escreverem poemas com o tema bichos de estimação. Inspirei-me para este desafio no livro Meninas Negras.
Uma segunda proposta de desafio, pode ser o de escreverem poemas tendo como tema, o tambor de koumba. Vejam o que eu fiz!”

Koumba toca samba
cria um novo tom bem brasileiro
ao som de um pandeiro...


Aguardo as produções com muito carinho.
Madu

27 Março 2008

Apresentamos Madu Costa

“Finalmente retomamos hoje nossas ‘escrevinhações’ com escritores. Para quem estava esperando curiosa e ansiosamente para descobrir quem escreverá conosco, mate agora sua vontade! Para as meninas e os meninos escritores deste blog basta aproveitar e soltar a imaginação junto com Madu Costa, nossa maravilhosa convidada do primeiro semestre de 2008. Prestem bem atenção na história de sua vida, em breve entregarei a vocês os livros que ela escreveu.”
Beijo grande

Professora Andréa




“Meu nome é Maria do Carmo Ferreira da Costa. Nasci no dia 02/03/1953, as zero hora. Era um dia de sábado. Sou a segunda de uma fila de sete irmãos. Somos cinco mulheres e dois homens. Meu pai chamava-se Eugênio Caetano da Costa e minha mãe chamava-se Judith Ferreira da Costa. Desde pequena gostava de escrever, desenhar, cantar e contemplar a natureza. Meus primeiros escritos foram em versos. Tenho muitos poemas guardados na gaveta e pretendo publicá-los em breve. Tenho três livros publicados. A Janta da Anta, Meninas Negras e Koumba e o Tambor Diambê. Tenho três contos publicados na revista AMAE Educando: “O Sapo Zoiudo”, “Espirro de Grilo” e “Cadarços Desamarrados” e três artigos nessa mesma revista: “Plantando Árvores e Semeando Idéias”, “A Arte de Contar Histórias” e “Ética e Estética”. Atualmente, estou escrevendo muitas histórias engraçadas e pretendo publicar todas pela MAZA EDITORA. Sou Professora. Atualmente, leciono literatura para crianças de 6 a 9 anos. Conto histórias, preparo teatros, incentivo a garotada a escrever suas histórias, soltando a imaginação com criatividade. Viajo com as 8 turmas nas leituras literárias. Conhecemos mundos, bichos, plantas, seres fantásticos desse e de outros lugares. Nosso passaporte é sempre renovado e não temos limites para viajar. Sou formada em Pedagogia e em Arte Educação. Adoro brincar com as palavras fazendo rimas, trocadilhos, charadas, enigmas e tudo que vier à cabeça. Convido a todos para embarcar nessa viagem pelo mundo da leitura e da produção escrita. Por agora vou dar um tempo. Depois mando mais informações sobre mim. Abraços da Madu Costa. É esse o meu nome artístico. Até breve!”

17 Dezembro 2007

Um Natal lindo e um ano estupendo!!!!!!

Na última semana os alunos do Instituto Francisca de Souza Peixoto, os mesmos que mantêm este blog repleto de histórias e poesias emocionantes, fizeram a entrega de aproximadamente 500 quilos de alimentos e 420 brinquedos, que arrecadaram durante o mês de novembro, a asilos e creches de nossa cidade e região. Buscamos com ações como esta, trabalhar junto às crianças o sentimento de fraternidade, amizade e amor ao próximo tão necessário nos dias atuais.
Um Natal pleno e um 2008 repleto de realizações a todos nós. Voltaremos com nossas histórias em março do próximo ano. Quem será nosso próximo escritor???!!!!!!

Prof. Andréa


10 Dezembro 2007

Leitura em família

Leio quase que semanalmente o Jornal Virtual da Revista “Profissão Mestre” que em muito me auxilia nas atividades junto às professoras e alunos que participam dos projetos do Instituto Francisca de Souza Peixoto. Há uns meses recebi o texto de César Augusto Dionísio, economista e professor, que acredito trará grandes reflexões para pais, professores e interessados em leitura e escrita que visitam este blog.
Aproveitem!!

Prof. Andréa


“Muito se reclama sobre a falta de leitores no Brasil. Muito se reclama sobre a ausência dos pais no trato de questões educacionais envolvendo seus filhos. A leitura, certamente, é uma delas. O que esquecemos de observar, muitas vezes, até mesmo como pesquisadores da educação, é o papel decisivo da família na formação de leitores. Leitores não surgem. Leitores são criados.
A música clássica padece do mesmo mal. Que mal! Muito triste. Como pode um ser vivo morrer sem ouvir algo de Mozart, Beethoven, Wagner, sem se emocionar com um coral bem regido e afinado? Mas a música clássica, a passos lentos, vem mudando essa composição. Como? Formam ouvintes, formando platéias. E olhem que nem é preciso ‘educar’ o ouvido. Mozart já se ocupou disso. Mozart passa a ser mais que um compositor, um educador. Ele sabia que para conquistar sua platéia, deveria seduzi-la. Assim o fez.
Quantos livros você já deu a seu filho? Qual idade tinha seu filho quando você deu a ele seu primeiro livro? Quantos livros você já recomendou a seu filho adolescente? Quantos livros você já leu na frente deles?
E observem que o ato de ler é plural. Desconhecemos que existem gêneros e mais gêneros de leitura. Nem são gêneros literários. Literatura é apenas um dos gêneros possíveis e passíveis de leitura. E dentro da própria literatura, quantos gêneros existem? É o que percebemos através do hábito bem-vindo de se ouvir música, de qualquer espécie. Existem variados gêneros, mas sempre há um a nos contentar mais intimamente. Mas só podemos apreciar aquilo que passamos a conhecer. Que gosto tem uma comida que nunca provamos e da qual só ouvimos falar? Que gosto tem um livro que eu desconheço? Que livro tem o gosto que eu gosto? Tem gente lendo pouco demais. Nem placa de trânsito se interessa a ler. Tem gente lendo demais. Lê tanto, que nem mesmo a bula do remédio do vizinho escapa.
Mas, acima de tudo, trata-se de um hábito formado. Formado e formador. Hábito, este, que precisa ser introduzido em nosso cotidiano por alguém. A melhor opção: nossos pais.
Sabe aquele jantar em família que raramente acontece? Pois este é um indicador de que os estranhos que habitam a mesma casa não mais se tocam. Não mais se tangenciam e acabam influenciando, cada vez menos, o comportamento alheio. Se nem pai e mãe são conhecidos, como posso conhecer William Shakespeare? Como posso me conhecer?
Insisto: quantos livros você já leu na frente do seu filho e filha? Pessoal, o círculo é vicioso: se a mãe não lê, a filha dificilmente lerá; se o pai não lê, o filho não enxergará no ato da leitura uma prática digna de ser reproduzida. Enquanto estamos lendo, não estamos fazendo mal a ninguém. A quem quer que seja. É isso o que as famílias poderiam propor aos seus filhos. Menos computador e mais leitura.
Leitura no computador? Combinação possível, mas perigosa. Perguntará o pai à mãe da criança: ‘Onde está nosso filho?’ A mãe pacientemente responde: ‘Está lá em cima no quarto dele, lendo.’ Os dois, pai e mãe, continuariam, então, suas atividades, certos de que ensinaram direitinho como é que se transforma a leitura em assunto de família; não em ‘segredo’ de família.
Toda família deveria ter uma biblioteca básica. Toda família deveria ser basicamente uma livraria. As lembranças de minha infância são povoadas de momentos entre meu pai, eu e seus livros.
Minha mãe lê ainda mais que eu. Ela detém mais informação que eu. Preciso ler mais. Mais e mais. É disso que me refiro aqui: minha mãe ainda me ensina que ler é bom e é preciso; e mais, ela escolhe a melhor forma para me ensinar que a leitura é necessária – ela me ensina pelo exemplo. De que valeria se ela me dissesse que devo ler mais e mais, se ela não fizesse o mesmo? Exemplo de família é mais que exemplo. Exemplo para a vida toda.
Alunos lendo mais na escola e filhos lendo mais em casa. Acredito piamente que a solução para os problemas da escola está na família e que a solução para os problemas da família estão também na escola. Mas tem pai e mãe que não anda fazendo a lição de casa.”

13 Novembro 2007

Até logo, Ronaldo!

Mais uma vez encerramos com sucesso e muita alegria mais um encontro com escritor. Depois de muitos livros lidos, milhares de recadinhos trocados e muitas histórias escritas, nos encontramos com Ronaldo Simões Coelho e foi só diversão! Ronaldo recebeu muitas homenagens, nós ouvimos uma história que contava uma “mentira horrorosa” e para finalizar assistimos duas peças de teatro inspiradas nos livros “Troca de Segredos” e “Um Dia Dentro de Casa”, lindamente adaptada pelos grupos de teatro do Instituto Francisca de Souza Peixoto “Teatrando” e “Doutores Cura Cura”. Não deixem de conferir as fotos aí ao lado!
Ronaldo é indescritível! Extremamente inteligente e educado, mas o que fez todos caírem de amores foi seu jeito de menino brincalhão. Além disso, um homem sensível que se emociona com a simplicidade. Simplicidade no sentido mais nobre da palavra, encontrada nos trabalhos desenvolvidos pelos alunos orientados por estas professoras estupendas que temos a colaborar conosco no Instituto. Obrigada, meninas por acreditarem em minhas idéias. Obrigada, Ronaldo pelas lindas histórias e pela oportunidade de tê-lo conosco!


Prof. Andréa

08 Novembro 2007

Estão todos convidados!


A cidade do amanhã e o cachorro herói

Amanheceu na cidade do amanhã, um lugar colorido e cheio de gente alegre. Nesse dia apareceu do nada um cachorro bonito, mas mal-tratado. Com fome, ele ficou de olho no “Açougue do Amanhã”, e quando o açougueiro deu bobeira... NHAC! Sai correndo com um pedaço de lingüiça! Foi aquela confusão! Foi um tal de corre daqui, pega dali... mas ninguém conseguiu segurar o cachorro. Depois desse dia, todos na Cidade do Amanhã ficaram chateados com o cachorro.
Um dia, uma mulher estava sendo seqüestrada por um homem mal. Quando o cachorro ouviu, foi correndo atrás deles e conseguiu alcançar. O homem fugiu e desde esse dia o cachorro se tornou o herói da Cidade do Amanhã. A moça, que se chamava Elisa, o tirou da rua e deu-lhe uma boa tigela de arroz com carne moída. Ela não sabia o nome dele, até que chegou um menino. João Pedro, e o chamou: - Rex! Rex!
O tempo passou, Rex agora era pai de cinco filhotes, e João Pedro deu um deles para dona Elisa que cuidou muito bem dele. Infelizmente, algo triste aconteceu. Rex foi atropelado e não resistiu. Todos na Cidade do Amanhã, que eraa tão alegres, choraram a sua perda. E pior ainda, tempos depois os filhotes dele ficaram doentes e apenas um sobreviveu: Totó, que era da Dona Elisa.
O tempo passou e Totó cresceu. A filha de Dona Elisa, Michelly, estava perto de um lago e sem querer caiu. Ninguém estava por perto, só Totó estava com ela. Ele latiu, latiu, mas ninguém ouvia, ele se jogou e conseguiu ajudá-la a se salvar. A partir daquele dia Totó virou herói igual ao pai e virou mascote do corpo de bombeiros, ajudando a fazer grandes salvamentos, trazendo muito orgulho às pessoas da Cidade do Amanhã que fizeram uma estátua em homenagem a Totó e ao pai dele, Rex.


Bruno, Rodrigo, Luíza, Ícaro, João Pedro, Ana Luíza
3° série, prof. Michael
E. M. Flávia Dutra

05 Novembro 2007

A casa da maçã

Eu queria uma casa de maçã
Que fosse uma doçura.
Igual a casa de dona Uva.
Cheia de flores e frutos.

Eu queria minha casa assim
Tão bela, tão bonita.
Igual a de dona Anita.
Tão cheirosa, tão bonita.

Minha casa é vermelha.
Minha porta é de madeira.
Toda feita com pau...
Minha casa é legal...


Letícia
2ª série, prof. Joana
E. E. Guido Marlière

A lenda de Ciclone Nova Dragon

Há muito tempo atrás acontecia uma guerra numa cidade chamada Ciclone Nova Dragon.
A guerra era entre duas tribos, uma de ogros chamada Vorgan e a tribo de guerreiros chamada Fyren. A guerra acontecia por causa de um dragão indestrutível. Os ogros o queriam para dominar o mundo, mas o dragão era do bem e estava com a tribo Fyren.
Os guerreiros Fyren estavam ganhando até que os ogros liberaram o Sether, o dragão das trevas. A mais perigosa batalha começa. O exército Fyren é quase dizimado, mas o dragão Crymson entra na luta contra o Sether. Os Fyrens reagem e os ogros e seu dragão Sether são dizimados. E a cidade de Ciclone Nova Dragon está livre das forças das trevas. Fim ou será o começo?
Arthur Neto
4ª série, prof. Dircéia
E. M. Flávia Dutra

Mais uma cidade dos sonhos

Ela é assim
Sem guerra
Sem violência
Nem devastação
Muito menos poluição
Sem racismo e armas

Lá tem alegria
Compreensão
Dedicação
Respeito
Escolas com boa educação
Lá não se joga lixo no chão
O lixo é reciclado
E dão asas a criação

Não tem desemprego
Nem fome
Não há tristeza

E sabem que:
Para respeitar a natureza
Primeiro se respeita a si mesmo.

Juliana e Amanda Nascimento
4ª série, prof. Eliete
E. E. Guido Marlière

Morangópolis

Eu moro em uma cidade linda chamada Morangópoils. As casas são feitas de frutas e as ruas cheias de flores. A minha casinha é um morango vermelho, preto e verde...
Pela janela eu vejo os rios, as árvores e as flores.
Meu vizinho é muito bonzinho e legal.
As fechaduras são de moranguinhos.
Minha casa tem um cheiro bem gostoso de morango.
No jardim tem um monte de frutas e todo dia eu colho morangos para fazer tortas...

Priscila
2ª série, prof. Joana
E. E. Guido Marlière

Tristeza X Felicidade

Felicidade era uma cidade rural. O hospital era chá com ervas, o mercado era a plantação, a escola era a história que os velhos contavam. Casas de madeira com telhado de telhas de barro, todos tinha um despertador no galinheiro, o galo. Em Felicidade tudo era muito tranqüilo, carros barulhentos, não, mais sim carroças silenciosas... Em felicidade todos viviam em harmonia, no rio de águas cristalinas, as crianças tomavam banhos.
Um belo dia, as crianças foram tomar banho no rio e encontraram uma garrafa que havia um mapa de um tesouro do pirata Rick Caolho. Elas decidiram caçá-lo, mas o tesouro ficava na cidade de Tristeza. Tristeza era uma cidade enorme, como São Paulo, cheia de problemas. Todos lá eram tristes e mal humorados, não gostavam de visitantes.
E as crianças como iriam entrar lá para pegar o tesouro que ficava no antigo metrô? Elas pegaram uma caixa de papelão que o mais esperto, o Mateus, sugeriu para colocar sobre corpo e entrar na cidade. O medroso, o Maicol, só pensava em comer mais do que já come, não cabia na caixa e decidiu ficar fora.
Então Mateus e o Junior, o forte, foram procurar o tesouro do Rick Caolho. Eles acabaram sendo pegos e foram presos. Mateus teve a idéia de trazer felicidade para uma cidade tão triste, depois que todos descobriram a felicidade, adoraram este sentimento tão diferente. Todos agradecidos por serem felizes e resolveram os problemas com um simples aperto de mão, soltaram Mateus e Junior que encontraram o tesouro de Rick Caolho.
Voltaram para a casa pobres novamente porque dividiram com todos habitantes de Tristeza e Felicidade. Tristeza mudou-se de nome e passou a se chamar Azaléia Branca, simbolizando a flor mais bonita que eles cultivavam e branca porque é paz.

Carla Cavalari
4º série, prof. Adriana
E.M. Flávia Dutra

Cidade Extraterrestre

Era uma vez uma cidade calma e deserta com poucos habitantes, não tinha festa, bagunça, não tinha nada, até o dia que aconteceu uma coisa muito estranha naquela cidade, que fez um barulho tão alto, que todos os moradores ficaram assustados. Era uma nave extraterrestre e lá de dentro da nave saiu uma coisa estranha e disse:
- Eu sou a rainha da nave 100noção, me chamo Dircelita e esse é meu neto príncipe Tulieto.
- Venham e entrem, tem lugar para todos. Olhem ali é a área de computador, quem trabalha ali é o Pablito, naquela área ali quem trabalha é o Elcito. Olha quem está chegando aí: é a Thainita e a Marianita.
- Esse lugar é tão bonito! Disse Brendita, uma das representantes da rainha Dircelita, que sempre tinha idéias brilhantes. Mas dessa vez foi a rainha Dircelita que teve uma idéia genial de morar na cidade Tristolândia junto aos seres humanos.
Alguns anos depois a cidade se transformou totalmente, o nome Tristolândia foi para o espaço no lugar da nave. Extraterrestre, esse era o novo nome da cidade. Agora tem música, barulho, tudo como se fosse uma cidade normal. Mas será que você considera essa cidade normal?

Mariana Costa Valverde
Thainá Venturini Nunes
4º série – Dircéia Godinho

01 Novembro 2007

Histórias de frutas

Nesta postagem daremos uma pausa nas histórias das cidades para ler as histórias das frutas criadas pelos alunos da 1ª série da professora Enedina da E. M. Flávia Dutra, inspirados no livro Laranja Colorida. Acho que todos irão gostar. Prestem atenção também nas frutinhas das fotos. Eles que fizeram! Não são lindas?!

Prof. Andrea













A Uva

Era um galho cheio de frutinhas e uma uva nasceu.
Veio um menino e comeu a uva.
Veio a mãe do menino e zangou com ele. Aí ele chorou.
Nasceu uma nova uva.
Veio um índio capitão observar as árvores, elas estavam lindas.
Djéssica

A melancia

A melancia foi passear com seu amigo morango, na floresta.
Então, a dona banana chegou e disse:
- Vamos brincar?
- Vamos.
Mas, quando eles chegaram, o abacaxi queria pegá-los.
Então, eles correram e chegaram em casa.

Thaiene

A banana bonita

Eu sou uma banana deliciosa e gostosa.
Fico pendurada em uma bananeira.
Sou uma banana muito bonita.

Dônovan

A uva

A uva foi passear, no caminho achou margarida.
A margarida se aprontou toda.
Então, as duas foram para casa da Lili, a lagartinha.

Daniel

A laranja

A pequenina laranja encontrou a laranjinha. Elas já se conhecem há muito tempo.
Elas foram brincar.
A laranja e a laranjinha subiram na árvore.
De repente um passarinho sem querer bicou a laranja e ela caiu no lago.
A laranjinha foi buscar ajuda e o médico falou que a laranja morreu.

Geovana

O abacaxi

Era uma vez, um lindo abacaxi.
Ele morava no campo.
Ele sempre brincava com sua amiga laranja.
Um dia um grande gavião pegou a laranja e o abacaxi ficou muito triste.

Leonan

As laranjas

Era uma vez duas laranjas bonitas.
Um dia apareceram três meninos, queriam comê-las.
Eles subiram no galho e quase pegaram as laranjas. Faltou pouquinho.
Os meninos caíram dentro do lago.

Cidade da Paz

Uma cidade bela, maravilhosa, encantada e abençoada por Deus.
Lá não existe violência só existe alegria, lá ninguém sofre ou morre de tristeza, Cidade da Paz é um paraíso, um verdadeiro sonho, lá ninguém passa fome ou fica desabrigado e desempregado, lá não existe racismo, pessoas de todas as religiões, cores e sexos vivem na maior harmonia.
Na Cidade da Paz todas as crianças e jovens tem direito a estudar. Armas e drogas lá não entram. Animais e árvores para todo lado. Lá tem praias belíssimas e campos cheios de flores. Lá não têm médicos porque não tem doenças, não têm policiais porque não tem violência.
Cidade da Paz é a pura realidade de um sonho que muitas pessoas queriam que fosse verdade.


Lucas Brandão Siqueira
4º série, prof. Dircéia
E. M. Flávia Dutra

Opa!!! Outra cidade dos sonhos

A cidade dos sonhos
Era um lugar encantado,
Ar puro, sem poluição,
Sem devastação,
Melhor, com muita preservação.

Deus, o nosso pai maior,
Foi muito bondoso,
Colocou naquele lugar
Pessoas especiais,
Que de lá iam bem cuidar.

Na cidade dos sonhos,
Chovia todos os dias.
Os agricultores plantavam,
E não precisavam irrigar
Pois a água caia do céu
Sem eles a eles preocupar.

A vida era simples e humilde
Mas o povo era feliz,
A natureza lhes dava tudo.
Então, para retribuir,
Dela cuidavam com carinho
E zelo, sem destruir.

Árvores por todo lado,
Frutos doces no pé,
Flores para embelezar.
Animais de todas as espécies
Circulando pelas avenidas
E o povo a observar.

Pensem, que maravilha!
Água límpida e cristalina
Jorrando de varias fontes,
Formando ribeirões e rios.
E o povo muito sábio,
Usando, mas sempre cuidando.

O desperdício era proibido,
Fosse de água, energia ou alimento,
Pois todos compreendiam
Que a seca e a fome,
São males que aterrorizam.

A vida era pacata, tranqüila,
Sem violência e agressão,
Pois, o povo que ali vivia
Só cultivava a paz e a harmonia.

Crianças prestem atenção!
Essa cidade não existe,
É fruto de nossa imaginação.
Mas pensem como seria bom,
Se as pessoas deste planeta,
Cuidasse dele de forma consciente,
Será que não teríamos não uma cidade,
Mais varias cidades dos sonhos?

Isso seria incrível!
E não nos custa sonhar,
Para numa cidade dos sonhos vivermos
Basta apenas preservar!

Poema coletivo da 4° série da prof. Mônica
E. M. Flávia Dutra

Mineirinho gincana

Um dia entre um bando de pessoas, entra um homem vestido de café. Esse era a única pessoa grande da cidade. Então, as crianças olharam, olharam e ficaram olhando com caras assustadas...
O homem olhou sua roupa e ficou sem graça. As crianças começaram a rir, depois o homem foi embora e as crianças começaram a falar que ele era pobre, que ele era mineiro e não carioca. Então se passaram dias e o homem passou na rua olhou para as crianças com uma cara! Elas continuaram a rir da cara dele. O homem pensou que a cara feia iria adiantar, mas não adiantou.
Ele foi convidado para conhecer uma fabrica de café. Então os funcionários o convidaram pra ser o dono da fabrica. E ele aceitou.
Um dia ele falou em todas as escolas que ele era o dono da cidade, ele era um cidadão brasileiro.

Priscila
3ª série prof. Aparecida
E. E. Guido Marlière

30 Outubro 2007

Uma cidade imaginária

Era uma vez...
Uma cidade linda!
Tudo era construído
Com muita solidez

Não tinha poluição
Nem guerra, nem sofrimento
Todos tinham coração
E agiam com sentimento

Emprego pra todo mundo
Comida sempre na mesa
O céu era sempre azul
A saúde uma beleza

Crianças correndo soltas
Em bonitos parquinhos
Estudar, brincar e viver
Eram todos amiguinhos.

Não tinha gente na rua
Todos tinham sua casa
Para no final do dia
Guardar seu corpo cansado.

Muitas plantas diferentes
Enfeitando os jardins
Animais e muita gente
Correndo pelos capins.

Casas muito coloridas
Por toda a cidade
Mostrando a todas as pessoas
Que com muito amor e amizade
Tudo pode virar realidade.

Esta é a nossa cidade!

2º série
Prof. Ivana
E. M. Flávia Dutra

A cidade da gente

Uma cidade diferente,
Que existe além das nuvens
Onde todos vivem sorridentes
E buscam os sonhos de sua mente

É cheia de cores e amizade
Com cheiro de chocolate
Ali todos cultivam a bondade
E tem pessoas de toda idade

As nuvens são de algodão
As árvores cheias de harmonia
As pessoas trazem o amor na mão
E o seu sonho é uma estrela que brilha

Nós estamos nessa cidade
Com alegria no coração
Nossa alma carrega a bondade
E em nossa vida há emoção

Uma cidade diferente
Com festas e primavera
Criada em nossa mente
Que deseja ver, flores nas janelas.

2º série
Tia Fernanda
E. M. Flávia Dutra

Uma cidade em pé-de-guerra

Havia uma cidade no interior de Minas Gerais, que se chamava Pé-de-guerra, que arrumava muita confusão. Um dia, um menino que se chamava Arthur conheceu Patrícia, e como os outros continuaram brigando. Eles tentavam de qualquer jeito parar com a briga.
Um dia conheceram Ana, que dava idéias para todos, mas todos viviam em pé-de-guerra. Um dia, Ana não foi à escola porque ela estava com catapora, e entrou na classe uma menina que se chamava Mariana. A professora, ia dar uma prova surpresa e no mesmo instante começou a chover, em forma de lágrimas de felicidade que era de Ana e fez surgir um menino que se chamava Beto.
Desde este dia a cidade não era mais de Pé-de-guerra e sim de felicidade.

Arthur – Maria Júlia
Patrícia – Maria Eduarda
Ana – Germana
Mariana – Gabriela
Beto – Caroline
3ª série, prof. Luciene
E. M. Flávia Dutra