Quem sou eu?
Sou
carioca. Nasci e me criei no Rio de Janeiro. Acho que é por isso que eu acabo
dando um jeito de colocar uma praia em muitas das histórias que eu invento.
Estudei
jornalismo e publicidade na faculdade e, alguns anos depois, me especializei em
Literatura Infantil e Juvenil. Durante muito tempo eu trabalhei com música. Mas
não sou cantora... eu escrevia textos sobre os artistas para mandar para os
jornais e revistas.
Em
2001 perdi a vergonha e inscrevi duas histórias minhas em dois concursos
literários. Sabe o que aconteceu? Venci o prêmio Carioquinha, da Prefeitura da
Cidade do Rio de Janeiro, com o livro “Pano de Boca”, e o Adolfo Aizen, da
União Brasileira de Escritores (UBE), com a história “Um Barco, Um Avião, Uma
Bolha de Sabão”. Aliás, logo depois disso, ele foi lançado e se tornou o meu
primeiro livro.
Desde
2007 ministro oficinas sobre criação literária em eventos como os encontros do
PROLER espalhados pelos país (Araxá-MG, Cataguases-MG, Uberaba-MG, Caxias do
Sul-RS) e em espaços, como a Casa da Leitura/FBN, no Rio de Janeiro.
Sou
convidada com frequencia para participar de Feiras de Livros e Eventos
Literários por todo o Brasil. Olha só alguns lugares por onte já passei: Feira
do Livro de Porto Alegre – RS (2010, 2011, 2012, 2013), Feira do Livro de Ponta
Grossa – PR (2012), Flipinha – Paraty-RJ (2006, 2010), FLICEPE – Miguel
Pereira-RJ (2012, 2013), FELIT/FELISB – São Bernardo do Campo – SP (2011,
2013), Salão FNLIJ para Crianças e Jovens - RJ.
Em
2013 participei da Children’s Book Fair, em Bologna, na Itália. E na edição
2014 da Feira, dividi com a ilustradora Anielizabeth, o debate “Bastidores do
livro ilustrado na visão do escritor e do ilustrador”
Há
anos participo de programas de leitura como o “Fala Autor”, do SESC-RJ;
“Literatura Viva”, do SESI-SP; “Adote um Autor”, da Prefeitura de Porto
Alegre-RS; “Lendo pra Valer”, do Gov.do Estado do RS; “Circuito Jovem de
Leitura”, da Prefeitura do Rio de Janeiro-RJ, entre outros.
Além
dos livros de ficção, já escrevi artigos teóricos sobre criação literária e
leitura editados em publicações como Revista Carta Fundamental, Política
Democrática, Cursos da Casa da Leitura, Salto para o Futuro, Vertente Cultural,
entre outras.
O
livro “Corações, Caras e Beijos”, Ed. Cortês, foi traduzido e lançado pela
Editora Octaedro, da Espanha.
Beijos,
Sandra
Pina
Desafio de Escrita
Muita
gente me pergunta de onde eu tiro ideias para escrever minhas histórias. As
fontes de inspiração são muitas, mas há uma, em especial, que gosto muito.
Sabe qual
é?
Você
conhece alguma história que ouviu de sua avó, que ouviu da avó dela, que também
deve ter ouvido da avó dela? São histórias que passam de boca em boca e que,
muitas vezes, falam de coisas que a gente duvida um pouco que possam ter
acontecido. Essas histórias são conhecidas como "mitos urbanos". Na
sua cidade existem histórias assim?
O meu
desafio é: entreviste pessoas mais velhas de sua cidade e/ou região para
descobrir histórias fantásticas que aconteceram há muitos e muitos anos atrás
(talvez até sobre a fundação da cidade). E, inspirado no que descobrir, escreva
a sua versão da história.
Estou
curiosa para ver o resultado!
Beijos da Sandra
Tem recadinho novo da Sandra
Amigos da Escola Flávia Dutra, alunos da Tia Eliane Pessoa,
Uau! Amei a história que vocês postaram! Será que consigo conhecer essas pedras na estrada??? Rs
Nosso encontro está chegando! Estou contando as horas para chegar aí.
Beijooooosssss
Até daqui a pouco.
Sandra
Novas história dos alunos do 5º ano da Profª. Jussara da E. E. Dr. Norberto
A
mulher do corredor
A lenda conta a
história de uma mulher que aparece sempre no corredor da escola, quando há
crianças fazendo hora e brincando. Dizem que essa mulher trabalhava como
disciplinadora numa escola e sofreu um acidente caindo da escada, e acabou
morrendo, quando foi zangar com um
menino que estava fazendo hora fora de sala.
Ela fica
vigiando e observando os alunos saírem de sala, para aparecer e assustá-los
. Quando avista os meninos fazendo bagunça no corredor, ela
avisa que eles tem 3 dias para fazerem 3 coisas boas para outras pessoas, caso
contrário terão azar o resto de suas vidas.
Aluno: João Victor Santos.

A
noiva da estrada
Katrine era uma
mulher bonita e ansiosa, que sempre sonhou em se casar. Até que um dia esse
sonho se realizou. Conheceu Jonh, um cara que segundo ela era o homem
que toda mulher gostaria de ter ao seu lado. Não esperava a hora de entrar na igreja e dizer sim ao seu noivo.
Porém ela não o
conhecia tão bem assim. John a traiu na
porta da igreja, no dia do seu casamento com sua melhor amiga. A partir daí,
Katrine fica transtornada e sai chorando e
correndo sem rumo pela rua. Um motorista que dirigia um caminhão naquela
hora, perde o controle e atropela
Katrine, matando-a na hora.
Depois desse dia
trágico, as pessoas relatam que nesta data em que ela foi atropelada, ela fica
vagando pela estrada, vestida de noiva, e que é possível até ouvir seu choro.
Aluna: Maria Júlia

O
homem de Pé-de-pato
Há alguns anos atrás, existia um homem muito
bonito, que passava sempre dentro de um carro preto, dando voltas e mais voltas
pela praça da cidade. Em uma determinada noite de carnaval, havia um baile na
praça da cidade, e ele então desceu do carro e foi ate as moças que dançavam no
baile. As moças ficaram encantadas com o tal rapaz e dançaram com ele durante
toda a noite.
No dia seguinte,
o rapaz havia desaparecido da cidade, não havia deixado nenhum vestígio, porém
no hospital da cidade, haviam várias moças internadas com queimaduras graves,
e que infelizmente acabaram morrendo. Por coincidência ou não, todas haviam dançado
com o tal rapaz do carro preto. As queimaduras estavam principalmente nos pés.
As moças relataram ao médico que o sapato que o rapaz usava era muito grande e
achatado, como se fosse um pé de pato e que sempre ele pisava nos pés delas.
Ninguém nunca
mais voltou a ver o tal rapaz misterioso do carro preto e com pés de pato, mas
os moradores mais antigos, dizem que quando uma mulher aparece morta em bailes
de carnaval, é porque se encontrou com o homem dos pés de pato.
Aluna: Nicolly Souza

A
lenda da Quaresma
A alguns anos
atrás, na época dos escravos, havia um fazendeiro muito rico, mas muito ruim,
no qual maltratava os seus escravos por qualquer motivo, colocando-os no tronco
para serem chicoteados. Certo dia, ele
morreu e caiu no esquecimento do povo, até que na época da quaresma, as pessoas
começaram a ouvir passos de cavalo durante a noite.
Muitos diziam ser o tal fazendeiro que andava
a cavalo pela fazenda atrás dos escravos. E que se ele encontrasse alguém no
caminho após a meia noite ele dava chicotadas nas pessoas. Assim sendo, quando
chegava a quaresma, as pessoas evitavam sair pelas ruas após a meia noite e morriam
de medo quando escutavam o barulho do
trote do cavalo.
Aluna: Juliana

Os
fios vermelhos
Em uma noite
escura, um casal que havia se mudado recentemente para uma fazenda antiga,
haviam sido convidados para uma festa na fazenda vizinha. Durante a festa,
foram contadas muitas história, entre elas a de uma estranha figura parecida
com um lobisomem ,que assustava e atacava as pessoas que usassem roupas da cor
vermelha.
Os dois ficaram
impressionados com a história e muito assustados também, pois por coincidência,
a mulher estava vestida com um vestido vermelho. Ao final da festa os sois
resolveram voltar por uma estrada deserta. Quando chegaram na porteira da
fazenda, o marido disse que iria passar no galinheiro para dar uma olhada nas
galinhas que estavam fazendo muito barulho. A mulher entrou e foi para seu
quarto se trocar. De repente apareceu uma figura muito estranha que a atacou
com as unhas, rasgando assim seu vestido vermelho.
Ela correu desesperada,
toda machucada em direção ao galinheiro, onde estava o marido. Ela muito
nervosa relatou ao marido o que havia acontecido. Ele para acalmá- la, deu-lhe
um abraço e a levou de volta para dentro de casa. Com a mulher mais calma, o marido foi dormir,
e para a surpresa e desespero da esposa, quando foi se deitar ao lado do
marido, achou fios vermelhos iguais ao
de seu vestido, entre as unhas do marido.
Aluno: Guilherme

A
dama de vermelho
Em uma noite
estrelada, um homem foi de carroça até a
cidade, e quando estava voltando para casa se deparou com uma mulher de
vermelho andando pela estrada. Ele perguntou a ela se queria carona, pois
estava frio e muito escuro. A mulher não respondeu, mas subiu na carroça.
No outro dia
pela manhã, a família do homem estava desesperada, pois ele não havia voltado
para casa, assim sendo o povo daquela cidadezinha resolveu procurar pelo homem. No final da estrada em meio a vegetação,
acharam a carroça do homem, mas o homem mesmo havia desaparecido e nunca mais
foi encontrado.
Conta a lenda
que o espírito de uma mulher de vestido vermelho que nunca conseguiu arrumar namorado, vagava pelas
estradas a procura de namorados, e todo homem que oferecesse carona para ela,
nunca mais era encontrado, pois ela o levava junto para viver come ela.
Aluna: Maria Eduarda

A
lenda da porca
Numa certa
cidade, as pessoas mais antigas contavam uma história sobre uma moça que ficava
vagando a noite, a procura de crianças porcas, que não gostavam de tomar banho,
para infectá-las com sua doença. Essa moça morreu, por causa de uma
infecção causada pela falta de higiene,
pois ela não tomava banho,e quando foi enterrada, notaram que o seu rosto havia
mudado, estava mais parecido com uma cara de uma porca.
Nesta mesma
cidade, havia uma menina que também não gostava de tomar banho. Sua mãe já
havia lhe contado a história da mulher porca, porém a menina não acreditava,
dizendo que isso era coisa inventada por gente doida. Numa noite, a menina estava voltando sozinha
da casa de uma amiguinha, quando sentiu alguém lhe pegar no ombro. Quando a
menina olhou só viu o nariz de porca da mulher e saiu correndo. Chegou em casa
apavorada, e contou a história para a mãe, que ficou muito preocupada, pois a mulher porca havia tocado em sua filha.
Mais calma a
menina foi dormir, e ao amanhecer notou que sua pela estava estranha, com
feridas por todos os lados. A mãe a levou para o hospital, mas infelizmente os
médicos não tiveram tempo de fazer nada, pois assim que foi internada a menina
morreu.
Ao ser
enterrada, sua mãe notou, que seu rosto
também havia mudado, estava parecido com a cara de uma porca.
Aluna: Izabela Moreira

A
mulher do casarão
A muito tempo
atrás, vivia em uma casarão muito velho e sombrio, uma mulher que só ficava dentro de casa, nunca saía para
nada. As pessoas contam que ela era muito estranha e todos ficavam reparando
sua aparência, por isso resolveu então não sair de casa nunca mais. Com o tempo
viu que não poderia viver mais sozinha e assim resolveu se matar, tomando
veneno.
Depois de muitos
anos, uma família comprou o casarão e se mudaram para lá. O casal tinha dois
filhos, uma menina e um menino. A população havia avisado a família sobre a
maldição da casa, mas eles não acreditaram.
Na noite exata
que fez um ano da morte da mulher, os seus filhos estavam brincando pela casa,
quando entraram por engano no porão da casa, onde a mulher havia morrido.
Quando eles entraram a porta se trancou e eles ficaram presos lá embaixo. A
mulher apareceu para as crianças e disse para elas se mudarem dali junto com os
pais, em uma semana ou envenenaria a todos.
As crianças
começaram a gritar, quando os pais chegaram lá no porão, o porão estava aberto
e as crianças estavam apavoradas. Elas contaram aos pais que a mulher havia
mandado eles se mudarem, ou caso contrário ela envenenaria a todos. Os pais
acharam graça, e não deram a mínima para as crianças, achando que era coisa da
imaginação deles.
Passado alguns
dias, ninguém via mais aquela família pela cidade, as crianças não estavam indo
mais para a escola, e o casal também havia desaparecido do trabalho. Algumas
pessoas da população então resolveram entrar no casarão para saber o que havia
acontecido. Quando chegaram à cozinha, viu toda a família morta ao redor da
mesa... eles haviam sido envenenados.
Beatriz Nunes

O homem
da ponte de ferro
A muitos e
muitos anos, havia uma mulher chamada Evelyn, que sempre caminhava pela manhã e
passava todos os dias por uma ponte de ferro. Num desses dias ela conheceu um
rapaz muito bonito e gentil, que também estava sobre a ponte. Eles conversavam nos
mesmos horários todos os dias sobre aquela ponte.
Passados meses
já da amizade, Evelyn havia se apaixonado pelo tal rapaz, que só via quando
passava pela ponte, e resolveu abrir seu coração pra ele, dizendo que estava
apaixonada. O rapaz sorriu e disse sentir o mesmo por ela. Porém disse que só
poderiam se encontrar sobre aquela ponte, Evelyn não entendeu, mas como estava
apaixonada aceitou as condições.
Evelyn resolveu
então apresentar o rapaz pra sua família, pois afinal já havia meses que eles
namoravam. O rapaz então marcou um jantar na casa de Evelyn, porém não
apareceu. Os pais de Evelyn acharam que ela estava mentindo quando disse ter um
namorado. Evelyn não conformada levou seus pais até a ponte no mesmo horário em
que ela se encontrava com o rapaz, mas desta vez ele não apareceu.
Evelyn saiu dali arrasada sem entender nada, e pararam
com um casal de idosos que moravam ali perto da ponte. Evelyn perguntou se eles
conheciam o tal rapaz, disse como ele era, e para sua surpresa, descobriu que o
tal rapaz já havia morrido a muitos anos, ele tinha sido empurrado daquela
ponte. Conta a lenda que ele aparece sempre nessa ponte para paquerar as moças
bonitas que passam por lá.
Aluna: Mara Rita

A
menina misteriosa
Um casal morava
numa linda casa na cidade, com um lindo jardim, eram pessoas bem sucedidas, mas
ninguém entendia o porquê de tanta tristeza. As crianças da rua brincavam
sempre de bola, e a bola sempre caía no quintal do outros, e os moradores nunca
entregavam a bola. A única casa que a bola caía e era entregue, era na casa
desse casal que aparentavam ser muito tristes.
Na verdade, não
era nem o casal que entregava a bola e sim uma linda menina de olhos azuis que
estava sempre no jardim na hora em que a bola caía. Por fim o0s meninos jogavam a bola lá de propósito só para a linda garota
entregar a bola para eles.
Um dia a bola
caiu e a garota não apareceu, quem apareceu foi o casal que rasgou a bola das
crianças na mesma hora, eles não gostavam de crianças. O dono da bola foi para casa muito triste, e
durante a noite teve uma surpresa, a menina misteriosa de olhos azuis apareceu
em seu quarto com sua bola na mão, em perfeito estado, e desapareceu novamente
como fumaça. O garoto não entendeu nada e no dia seguinte descobriu que essa
menina era filha daquele casal triste
que havia sido atropelada quando brincava de bola em frente sua casa.
Aluna: Larissa

A
lenda da garota dos olhos amedrontados.
Há
muitos anos, numa cidade do interior, havia uma casa bem grande e com um jardim
na frente, que todos temiam só de passar perto. Diziam que uma menina muito
bonita que tinha olhos amedrontados havia sido morta naquele jardim, portanto
todos aqueles que se atrevessem a entrar no jardim eram condenados a morte por
ela.
Essa
garota se chamava Megen,e era cheia de cicatrizes pelo corpo. As pessoas diziam
que sua madrasta a cortava com giletes todas as vezes que ela a desobedecia.
Megen foi uma garota muito infeliz e muito maltratada por sua madrasta e acabou
descontando sua raiva na outras crianças. Ela saiu de casa numa noite escura e
chuvosa de 29 de fevereiro e nunca mais voltou. Passados 150 anos, crianças
começaram a desaparecer nessa mesma data. Todos os anos que havia 29 dias no
mês de fevereiro os pais não deixavam seus filhos na rua, pois diz a lenda que a garota dos olhos amedrontados hipnotizava as crianças que lhe olhassem nos olhos e
desaparecia com ela.
Aluna: Ana Carolina

A
mulher das balas de pedra
Havia uma mulher
muito malvada que morava numa casa muito velha caindo aos pedaços. As crianças
gostavam de tocar a campainha e sair correndo. A mulher ficava uma fera, então
resolveu se vingar das crianças no dia das bruxas. Quando as crianças iam até
sua casa pedir doces, ela lhes entregava balas, porém , era só o papel de bala,
pois dentro haviam pedras. As crianças ficavam muito bravas e jogavam as pedras
nas janelas de sua casa.
Um dia , umas dessa
pedras acertou sua cabeça e ela morreu. Conta a lenda, que toda noite
das bruxas, ela aparece para as crianças no meio da rua e entrega balas
amaldiçoadas. As crianças que comerem dessas balas, amanhecem sem a língua.
Aluna: Karina
Tem recadinho novo da Sandra
Amigos da Escola Flávia Dutra, alunos da Tia Eliane Pessoa,
Uau! Amei a história que vocês postaram! Será que consigo conhecer essas pedras na estrada??? Rs
Nosso encontro está chegando! Estou contando as horas para chegar aí.
Beijooooosssss
Até daqui a pouco.
Sandra

Boneco do Fofão
Boneco
do Fofão, um clássico. Diziam por aí que
simpático boneco tinha sido obra de um trabalho de magia negra e quem
abrisse sua barriga encontraria uma faca negra. A história tomava contornos de
realidade quando, apalpando a barriga, você realmente sentia algo pontudo.
Para
piorar, a roupa do Fofão era idêntica à do brinquedo assassino Chucky.
Quadro da criança
Esse
não é um brinquedo, mas entra na lista pelo alto grau de bizarrice. Trata-se de
um quadro muito popular na decoração de casas de classe média, que possui uma
história sinistra e mete medo em muitas crianças. Dizem que se você virar o
quadro de cabeça pra baixo, ou mesmo de lado, é possível enxergar a verdadeira
imagem que o pintor, num pacto com o tinhoso reproduziu: Uma criança em prantos
sendo devorada por um demônio.
Nome: Diego
5º ano – tia Carla
E.E. “Dr. Norberto Custódio Ferreira”

Sono Macabro
Numa
noite de bruxas, três mulheres foram pegas fazendo magia negra e foram
condenadas à morte na forca. Este dia foi apenas o começo da história.
Houve
casos de morte em que as pessoas dormiam e amanheciam mortas. Um policial
chamado Tomas investigava casos, mas aquele era inacreditável, e quando ele
entrou na casa de uma das vítimas, ele sentiu um arrepio, sentiu no pescoço um
vento gelado e percebeu que quem estava no caso eram os mortos, pois o dom de
Tomas era ver o que os outros não viam.
Tomas
teve certeza que o culpado dos crimes estaria ali, foi então que ele resolveu
passar a noite na casa para resolver de ver este caso. Foi quando ele descobriu
que as assassinas faziam suas vítimas através do sono.
E até
hoje os crimes continuam, porque Tomas não teve tempo de avisar, pois naquela
noite ele apenas dormiu.
Nome:
Crisciano
5º ano – tia Carla
E.E. “Dr. Norberto Custódio Ferreira”

O
monstro do beco
Num
belo dia, uma noite muito fria que não parava de ventar, todas as pessoas do
beco já estavam dormindo. Todas as noites, uma menina que morava naquele beco
ficava isolada, mas essa menina não é qualquer menina. Ela nunca dormia, ficava
sempre acordada, não tinha medo de nada, só que as pessoas desse beco falavam
com ela que tinha um monstro no final do beco. Essas pessoas fizeram uma
garagem lá. Todos os dias eles levavam um caminhão com uma caveira só para
colocar medo nela, mas a menina não ligava. Ela disse:
- Seus
bobos, acham que eu tenho medo, é?
E eles
disseram;
- Mas
é claro que sim. E todos entraram para sua casa, só que de repente... a menina
reconheceu o medo que ela tinha, o monstro era muito bravo e a menina pensou;
Eu vou encarar, é isso.
Todas
as pessoas acordaram com o barulho do monstro. Essa menina tinha uns amigos que
lutavam muito bem, então ela falou:
- É o
seguinte, esse monstro que colocou todas essas pessoas dentro do caminhão de
caveira e nós não podemos deixar.
Eles
responderam:
- Tudo
bem, sem violência, nós vamos conseguir.
E
deram a lição que ele merecia. Passou alguns dias e o monstro virou amigo
deles.
O
cavaleiro mascarado
Nos
tempos que ainda havia guerras e sangue entre os povos de diferentes nações
para conquistar terras do inimigo, num acampamento havia vários guerreiros
muito bons, mas havia um chamado Lucas, ele era muito ruim na espada, tinha
quase tudo, só ficava no meio de criança e ficava brincando com elas e os
soldados só treinando, um soldado chamado Davi que só sabia ficar implicando
com Lucas.
O pai
de Lucas, que era também um grande soldado, foi conversar com Davi para ele
parar de implicar com Lucas, mas Davi ficou mais irritado e implicou mais do
que nunca com Lucas. Depois de muito tempo Lucas cresceu e estava com 24 anos
sem saber lutar. Ele pediu para que seu pai lhe treinasse e ele aceitou.
Um
dia, Lucas não apareceu no treino, ele havia sumido e no seu quarto tinha uma
carta escrita que ele tinha ido embora porque ele era muito zombado, mas falou
que ele iria voltar para se vingar dos soldados que implicavam com ele. Três
anos depois, seu pai veio a falecer e, depois de um dia da morte, ele voltou
para se vingar de todos que caçoaram dele.
Nome:
Gabriel dos Santos Marques
5º ano
– tia Carla
E.E.
“Dr. Norberto Custódio Ferreira”

Haloween em South Park
Era
Haloween em South Park (Colorado) e os meninos Stan, Kyle, Erick Cartman e Kenk
entraram em um concurso de abóboras de haloween. Só que Kent é muito pobre e
acabou comprando uma abóbora mais barata e pequena, enquanto isso a tia de Stan
vem visitá-lo e trás um presente: só que Stan devolve porque é um peixe
assassino e mata pessoas.
O
peixe começa a matar várias pessoas, e Stan conta para sua mãe, Sheron, só que
sua mãe não acredita, mas aí vê o corpo de várias pessoas mortas e resolve
enterrar os corpos para proteger Stan pensando que foi ele.
No dia
seguinte, os meninos vão para a escola e aparece Erick Cartman e daí em diante
começou a maior confusão. Para tirar uma dúvida os meninos vão até a tia de
Stan e saber onde ela tinha comprado o peixe, mas antes dela dar o endereço, o
peixe mata escondido a tia de Stan. Só que agora, depois disso, os meninos são
obrigados a olhar o catálogo e acabam achando o lugar, e vão até lá e descobrem
que o motivo era que a loja tinha sido construída em cima de um cemitério
indígena, o que fez abrir um portal para um universo paralelo, aí veio o peixe de Stan.
Nisso,
Stan devolve seu peixe e eles vão para o concurso, só que eles não contavam com
uma coisa: o peixe fugiu e trouxe mais bichos do universo paralelo. A mãe de
Stan viu o peixe matando pessoas e aí
acreditou.
Só que
os meninos ganharam o concurso e conseguiram abrir outro portal para o universo
paralelo e mandaram os bichos de volta. Então tudo voltou ao normal em South
Park (Colorado).
Nome: Luiz Felipe
5º ano – tia Carla
E.E. “Dr. Norberto Custódio Ferreira”

A loira do museu
Diz a
lenda que a frente de um museu de Cataguases, uma mulher de vestido branco ali
todos os dias ficava. Um dia um homem que por ali passava avistou a moça pela
janela e disse:
- O que
uma moça tão bonita faz aqui em frente sozinha?
Então
como se nada fosse, respondeu:
- Para
quem esta morta aqui é um bom lugar para se ficar!
E o
moço assustado se apressou e foi para longe e logo após o acontecido a loira
sumiu por um tempo.
Dias
depois ela voltou e então um vendedor de doces que por ali passava se aproximou
e disse:
- Boa
noite, minha jovem! Aceita um doce? São R$2,00.
-
Aceito sim! Vou buscar o dinheiro. – Quando ela voltou tinha dois ossos na mão.
- Vou
querer um pé de moleque! Tome aqui o dinheiro.
-
Desculpe minha jovem, mas ossos são dinheiro desde quando? – Disse o vendedor.
- Ah!
Na terra dos mortos se paga com ossos! – Respondeu a loira.
O moço
com medo entregou a ela os ossos e os doces, e até hoje ela roda por lá.
Nome:
Nicole
5º ano – tia Carla
E.E. “Dr. Norberto Custódio Ferreira”

Chupa Cabra
Era
uma vez perto de uma fazenda que vivia muitas cabras, o dono da fazenda estava
desconfiado, pois a cada noite sumia cabras. Ai um dia, meia-noite apareceu um
animal feroz, que se chamava chupa cabra e foi logo em direção às cabras.
Aí o
dono da fazendo enfrentou o chupa cabra e ele perdeu uma perna, o vizinho fez
uma muleta de madeira e o dono da fazenda foi à cidade de carroça e comprou um
cachorro chamado Terrie. À noite o chupa cabra foi atacar as cabras e o
cachorro Terrie correu atrás dele e os bichos brigaram até a madrugada.
O
chupa cabra correu todo machucado e o dono da fazenda teve uma solução: colocar
as cabras para dentro da cerca e o chupa cabra veio e o Terrie voou no pescoço
e matou o chupa cabra e as cabras ficaram livres.
Nome: Nicolas Ribeiro de Souza
Rodrigues
5º ano – tia Carla
E.E. “Dr. Norberto Custódio Ferreira”

O sapo da morte
Certo
dia, uma família estava fazendo piquenique na floresta, aí então o sapo estava
com fome e matou a criança, o pai e a mãe conseguiram fugir e chamaram a
polícia.
Quando
a polícia chegou, o sapo matou os policiais, chegaram outros policiais com suas
caras fortes para matar o sapo, mas não conseguiu, e os policiais morreram
também, foi quando os pais da criança foram ao bosque para matar o sapo e
também não conseguiram, todas as pessoas que passaram por lá eram mortas, é por
isso que a floresta foi amaldiçoada pelo sapo e ninguém passou por lá um tempo.
No dia
seguinte, a família da menininha que morreu chamou o exterminador de animais,
mas do mesmo jeito o sapo matou todos eles.
Esse
sapo ficou famoso por matar todos os visitantes naquela floresta, daí os
presidentes pediram para todos os exterminadores matarem o sapo. Vieram
exterminadores de animais, assim fizeram uma área protegida só para esse tipo
de sapo.
Nesse
determinado local onde a menina foi morta foi feita uma barreira de pedras para
o sapo não matar mais ninguém com seu veneno da morte.
Nome: Vitor Vicente Aguiar
5º ano – tia Carla
E.E. “Dr. Norberto Custódio Ferreira”

O sapo da morte
Certo
dia, uma família estava fazendo piquenique na floresta, aí então o sapo estava
com fome e matou a criança, o pai e a mãe conseguiram fugir e chamaram a
polícia.
Quando
a polícia chegou, o sapo matou os policiais, chegaram outros policiais com suas
caras fortes para matar o sapo, mas não conseguiu, e os policiais morreram
também, foi quando os pais da criança foram ao bosque para matar o sapo e
também não conseguiram, todas as pessoas que passaram por lá eram mortas, é por
isso que a floresta foi amaldiçoada pelo sapo e ninguém passou por lá um tempo.
No dia
seguinte, a família da menininha que morreu chamou o exterminador de animais,
mas do mesmo jeito o sapo matou todos eles.
Esse
sapo ficou famoso por matar todos os visitantes naquela floresta, daí os
presidentes pediram para todos os exterminadores matarem o sapo. Vieram
exterminadores de animais, assim fizeram uma área protegida só para esse tipo
de sapo.
Nesse
determinado local onde a menina foi morta foi feita uma barreira de pedras para
o sapo não matar mais ninguém com seu veneno da morte.
Nome: Vitor Vicente Aguiar
5º ano – tia Carla
E.E. “Dr. Norberto Custódio Ferreira”

A menina do corredor
Essa
lenda começa com uma menina desobediente, que respondia seus pais.
Certo
dia essa menina ignorou a sua mãe e saiu correndo pelo corredor, ela caiu,
bateu a cabeça e morreu.
Agora
sempre que seus familiares e seus amigos passam pelo corredor ela os assusta.
Nome: Ana Luiza Lamolha Silva
5º ano – tia Carla
E.E. “Dr. Norberto Custódio Ferreira”

Alunos do 4º ano da Escola Municipal Flávia Dutra
Professora Eliane Pessoa
Dizem que é verdade e acontece na estrada no Distrito de Cataguarino. É uma estrada de chão e estreita. Em um ponto desse estrada, há duas grandes pedras, uma de frente pra outra.
Segundo a lenda, essas pedras não estiveram sempre lá.
Elas surgiram após uma tragédia, a morte de uma rapaz e uma moça. Era um casal de namorados muito apaixonados que estavam ali jurando amor eterno. Os dois foram mortos nesse local e ao serem abatidos, caiu um de cada lado,
Os apaixonados se transformaram em pedras, duas grandes pedras, uma de cada lado da estrada estreita.
Mas, quando chega a noite, as grandes pedras se aproximam uma da outra e ficam juntinhas fechando a estrada.
Quem tenta passar por lá quando vai alta noite, não consegue pois, o caminho está fechado e só se abrirá com a chegada do sol.

Atenção crianças! Tem recadinho da Sandra
Queridos
todos da E.E. Dr. Norberto Custódio Ferreira,
Eu também estou ansiosa para conhecer vocês. Acabei de ler todas as histórias que vocês postaram e amei todas. São muito inspiradoras e já começaram a me dar ideias para escrever novos livros. Será que consigo?
Nos vemos em breve!
Mil
beijos em cada um de vocês.
Sandra
A menina do corredor
Ana Luiza Lamolha
Silva
5º ano – tia Carla
E.E. “Dr. Norberto
Custódio Ferreira”
Essa
lenda começa com uma menina desobediente, que respondia seus pais.
Certo
dia essa menina ignorou a sua mãe e saiu correndo pelo corredor, ela caiu,
bateu a cabeça e morreu.
Agora
sempre que seus familiares e seus amigos passam pelo corredor ela os assusta.
Fabiane Aparecida Rodrigues Marçal
Um dia, em um
arraial, surgiu a notícia de que havia uma assombração, que estava cercando todos
que passasse pela porteira do arraial a meia noite.
Alguns homens foram
verificar se a notícia era verdadeira, mas como estava muito escuro, não deu
para ver direito o que era, mas realmente constaram que era algo estranho; amedrontados
voltaram para casa, e sempre que alguém saia ,procurava voltar antes do
anoitecer.
Mas um dia os amigos reuniram-se
e fizeram um sorteio entre eles, para ver quem ia passar na porteira a meia noite,
e ver o que de fato era. Então o sorteio saiu para o mais medroso. Que ficou
apavorado, pegou a espingarda e atirou várias vezes na porteira, então viu quando algo caiu no chão, ele voltou para
traz ,e disse aos amigos que havia
acabado com a assombração. Os
amigos duvidaram dele. E resolveram então ver o que realmente havia acontecido.
Para surpresa de todos era um pobre tamanduá que dormia na porteira.

O Lobo do Asfalto
Santiago Teixeira Arquete
Em todo o ano em
uma noite de quarta-feira nos asfaltos do mundo aparece um homem que morreu por
causa de um acidente muito trágico. Ele vira um lobo enorme, os dentes afiados
e grandes, e as patas imensas. Ele faz medo às pessoas que fazem besteiras e
não obedecem as placas de trânsito.
Os motoristas
ficavam com muito medo e saiam correndo para o lobo não pegar eles. Até que um
dia passou um ônibus cheio de pessoas, por sorte o motorista estava obedecendo
as placas, os passageiros ficaram com muito medo dele, mas foram salvos.
Diziam que ele pegava
as pessoas e as levava para trancafia-los dentro de um galpão que ficavam anos
e anos (eram as pessoas desaparecidas). Quando algum escapava, ele o colocava
em uma cadeira e o trancava com ferro os braços e as pernas e a boca com uma
fita.
Os motoristas trancavam os vidros e as portas por ter muito medo do lobo entrar no carro e pegá-los, mas nunca pegava os que não faziam bobeira. Chegou um ano que todos tinham que obedecer as regras se não o lobo ia pegar os motoristas, então eles tiveram que fazer certo se quisessem sobreviver.
Os motoristas trancavam os vidros e as portas por ter muito medo do lobo entrar no carro e pegá-los, mas nunca pegava os que não faziam bobeira. Chegou um ano que todos tinham que obedecer as regras se não o lobo ia pegar os motoristas, então eles tiveram que fazer certo se quisessem sobreviver.

A Lenda da Tesoura
Guilherme
Minha mãe diz que quando era criança ela e os coleguinhas brincavam de invocar os espíritos. Seria assim: Prendiam uma tesoura dentro de um livro e cada um segurava de um lado, pediam pra os espíritos mostrar o lado do sim e do não, e ai faziam perguntas e esperavam pra ver pra qual lado a tesoura iria rodar para o lado sim ou não. Porém um dia a tesoura rodou de verdade e rápido, caindo no chão e soltando do livro. Então todos saíram correndo de medo dizendo que os espíritos tinham se soltado, foi criança gritando pra todo lado e nunca mais fizeram a brincadeira novamente.

A
Lenda da Boneca
Ana Luiza Leonardo Rodrigues
Segundo
relato de pessoas antigas, ouvia se falar de uma boneca Barbie que
enquanto todos estavam dormindo, ela despertava e começava a
destruir os outros brinquedos que havia no quarto das crianças,
deixando tudo bagunçado, destruído e totalmente assombroso, dizia
até que algumas manchas de sangue ela deixava no chão. Quando as
crianças daquela casa acordavam e ficavam assustadas achando que
alguém teria entrado no seu quarto e feito aquela bagunça. E esse
suspense prorrogou por muitos anos e nunca ninguém descobriu quem
destruía os brinquedos.
Maria Clara Borges Ferreira
Há
muito tempo atrás, diziam os antigos, historiadores mais velhos,
que existiam várias histórias de pessoas que morreram e animais que
assustavam as pessoas. Contava- se um senhor mais velho, há um
tempo atrás que em um lugar onde ele iria pescar, costumava se ver
um vulto de um homem, metade humano e metade bicho, que vivia na
beira do rio e só aparecia a noite. Diziam-se o nome caboclo-d'água,
relatos que ele puxa suas vítimas para debaixo d'água. Dizia o
velho senhor que soube de pessoas, pescadores que desapareceram
pescando, sendo puxados por ele. E o senhor jurou várias vezes ter
visto o bicho e tentou até matá-lo com uma espingarda e levou até
vários amigos que confirmaram o fato. Contavam que ele era um homem
que morreu afogado no rio, se transformando em um bicho “caboclo
d'água”. Muitos contam essa história e até hoje alguns dizem que é
verdade e outros lenda. mas ninguém confirmou o fato. confirmam
que quem sabe dessa história não vão e nem pescam mais a noite
nesse lugar. Porque será? Medo de uma lenda verdadeira ou uma
história não confirmada? Pois nem tudo ainda foi descoberto. Nunca
duvide do impossível!!!
A Serra da Onça
Lucas Oliveira Archete
Há
muitos e muitos anos, por volta da década de 50, ouvia-se
muito falar na Serra da Onça, um lugar onde à noite era temido por
todos os moradores de Santa Maria. Lá, não era um lugar qualquer,
diziam-se e hoje ainda falam sobre esse lugar que ao anoitecer ouvem
barulho de bichos, principalmente de onças.
Meu avô, aos 11 anos de idade, juntamente com seus pais, morava em um
sítio que ficava em Santa Maria, um lugar cheio de criações
e de plantações. Mas, um belo dia, meu bisavô pediu para que seu filho levasse 6 bois
carreiros para um sítio vizinho, e deu as coordenadas para
chegar esse tal sítio. Meu avô, ficou assustado pois já era 18:00 da
tarde e para sua insegurança teria de passar pela Serra da Onça, pois
havia vários boatos que quem passava por lá sumia sem deixar rastros,
mas algumas pessoas conseguiam atravessar e de
acordo com elas coisas sobrenaturais aconteciam.
E lá se foi, apavorado e com medo levando os bois para o local
desejado. E, pela primeira vez, passou pela Serra, o lugar era
assustador
e escuro, os matos e árvores eram grandes. Como de costume arrumou os
bois em fila e os guiou até o sítio. Chegando lá, o sitiante pediu para
entregar 4 bois carreiros para seu pai, só que já era 23:00 da noite e
então saiu imediatamente com a criação. Aproximando
do matagal, o medo começou a aflorar e o pensamento de angustia
aumentava cada vez mais. No meio do caminho, ele viu vultos na sua
frente passando de um lado para o outro, rapidamente segurou o rabo de
uns dos bois e fechou os olhos e se deixou ser guiado.
Ao ouvir barulhos de cães latindo percebeu que sua casa estava próxima a
ele, e então abriu os olhos e sentiu um alívio tão grande, que tocou os
bois para o curral e saiu correndo para a sua casa. Até hoje, não se sabe ao certo o que havia acontecido naquela noite e nas demais.
O Espírito do Índio
Marcos Lessa Pio Bello Mendonça
A muitos anos atrás, quando era tempo em que os índios eram escravos, Cataguases era uma fazenda onde havia muitos índios. Certo dia, um índio viu alguém desmatando a floresta. Ele foi tentar
impedir esta pessoa de desmatar a floresta, mas acabou sendo
assassinado. Naquela mesma noite, alguém estava prestes a
desmatar a floresta em que ele foi assassinado, então o espírito daquele
índio viu aquilo e matou aquela pessoa. Reza a lenda que quem desmatar a floresta em que esse índio foi assassinado ele matará essa pessoa.
O Monstro do Beco
Luisa Almeida
Num belo dia numa noite fria que ventava muito ,todas as
pessoas daquele beco já estava dormindo.Todas as noites ficava uma
menina isolada mas essa menina não é uma menina qualquer .Ela nunca
dormia,ficava sempre acordada ,não tinha medo de nada ,só que as pessoas
desse beco ,falavam que havia um grande monstro no final do beco
,dentro da Mata essas pessoas todos os dias eles levavam uma fantasia de
mostro só para assustar a menina mas a menina não ligava e ela disse
-Seus bobões acham que eu tenho medo , não é ?
Eles responderam: -Mas é claro que sim. E todos entraram para suas casas , só que de repente... a menina reconheceu o seu medo. O monstro era muito bravo e a menina pensou: eu vou encarar. É isso. Todas as pessoas acordaram como o barulho do monstro .Essa menina tinha uns amigos que resolviam todos os problemas e os chamou. Ela falou assim : -É o seguinte, esse monstro quer colocar medo nessas pessoas para colocar dentro do carro. Eles responderam : -Tudo bem. Sem violência nós vamos conseguir. Eles deram uma lição nele.Passou algum tempo e o mostro do beco virou amigos deles.
Eles responderam: -Mas é claro que sim. E todos entraram para suas casas , só que de repente... a menina reconheceu o seu medo. O monstro era muito bravo e a menina pensou: eu vou encarar. É isso. Todas as pessoas acordaram como o barulho do monstro .Essa menina tinha uns amigos que resolviam todos os problemas e os chamou. Ela falou assim : -É o seguinte, esse monstro quer colocar medo nessas pessoas para colocar dentro do carro. Eles responderam : -Tudo bem. Sem violência nós vamos conseguir. Eles deram uma lição nele.Passou algum tempo e o mostro do beco virou amigos deles.
Piscina da Morte
Leonardo Fernandes dos Santos Junior
Era uma vez, uma casa
abandonada. Todos da cidade tentavam manter distância dessa casa
assombrada, pois haviam diversos rumores de uma piscina, conhecida como
"piscina da morte". Tudo começou quando uma estudante chamada
Maria, decidiu em um dia muito quente sair da aula e se refrescar na
piscina abandonada. Misteriosamente ela se afogou! Mesmo
depois de alguns anos após o ocorrido, ao passar perto do local, muitas
pessoas relatavam ouvir alguns barulhos como se fossem braçadas na água
ou até mesmo de uma pessoa se afogando.
Certo dia, Jhony e
Aline voltavam da escola, cheios de coragem resolveram ir até a casa
abandonada. Ao entrarem na casa se depararam com diversos pertences
jogados e encontraram diversas evidências
de que Maria havia
sido maltratado por sua madrasta, tudo indicava que ela havia sido
jogada na piscina por isso ainda vagava seu espirito "vingativo" naquela
piscina.
Os dois jovens começaram a pesquisar um jeito de
ajudar Maria, a encotrar um caminho para paz de seu espirito. Depois de
diversas horas pesquisando na biblioteca da pequena cidade e conversar
com moradores, descobriram que precisavam encontrar a ligação de Maria com esse mundo.
Começaram
a procurar por toda casa, pertences de Maria, quando encontraram um
diário, supostamente de Maria que dizia que seu bem mais valioso era um
lindo ursinho a qual dormia abraçada todas as noites.
Ela
havia escondido Ted, seu ursinho, no fundo de um baú em baixo de uma
árvore ao lado da piscina. Jhony e Aline imediatamente encontraram o
ursinho e colocaram fogo, quando Maria, em forma de espirito, em chamas, apareceu
e lhes agradeceu por ajudarem a encontrar o seu caminho de volta.
Depois disso, a casa foi comprada por novos moradores e nunca mais houve
qualquer acontecimento estranho e até mesmo moradores que se afastaram por causa dos estranhos acontecimentos puderam retornar para seus antigos lares felizes.
A Noiva de Branco
Luna da Silva Ruback
Era uma noite muito bonita com lua cheia ,numa sexta-feira.Um rapaz muito bonito foi pra balada,dançou,divertiu-se bastante .Voltando pra casa deparou-se com uma bela jovem sentada no banco. Comprimento e perguntou: - O que faz uma linda jovem vestida de noiva sozinha essa hora da noite? Ela respondeu: - Estou esperando meu noivo. Quando ele colocou a mão em seu lindo vestido ,ele perguntou: -Mas seu vestido esta podre,ela respondeu: -Mas tem razão já estou morta a muitos anos. O rapaz correu tanto que nem olhou para trás.
Lenda da Moça Fantasma
Aelton Lucas Guedes da Silva
Conta-se que por volta de 1950 um rapaz conheceu uma moça
muito bonita.
Ele saiu por volta seis da tarde ,chegando em frente a uma igreja, ele viu uma linda moça . Todos
os dias saia para encontrar com ela .Mas achava estranho, que por volta das
00:00hs ia embora, e ela ia em direção ao cemitério. Um dia ele segui ela ,e viu que ela entrou dentro do cemitério,
ele entrou atrás dela e viu que se aproximou de um túmulo, e ela desapareceu. Ele chegou perto do túmulo e viu que ela tinha
morrido à 30 anos atrás.
15 comentários:
Olá Sandra Pina,
Somos alunos do 4º ano da Escola Flávia Dutra, alunos da Tia Eliane Pessoa. Ficamos muito felizes em saber que você vem em nossa cidade e estamos ansiosos para conhecê-la. Adoramos Histórias de Assombração.Como diz nossa professora, são histórias de ouvir com a porta e janelas fechadas e a luz apagada.
Em breve vamos enviar uma história de nossa cidade pra você.
Beijo de todos nós
Olá Eliane,
também estou ansiosa para ir conhecer vocês! E muito curiosa em ler a história que vocês estão escrevendo! Amo histórias que fazem a gente sentir frio na espinha, na barriga, nos cabelos...
Nos vemos em breve,
Beijos a todos!!!
Olá, Sandra!!!
Ficamos muito animados com a ideia de ter você em nossa escola para falar das suas histórias! Estamos ansiosos com sua visita!
Beijos!
Turminhas da Escola Estadual Dr. Norberto Custódio Ferreira - Cataguases
"Sandra Pina,
Adorei seus livros, são muito legais, interessantes e divertidos. Você é muito boa escritora. Estou louco para te conhecer."
Nome: Vitor Vicente Aguiar
Série: 5º ano
Escola Estadual Dr. Norberto Custódio Ferreira
"Cataguases, 08 de setembro de 2016
Nome: Ana Luiza Leonardo Rodrigues
Eu gostei muito das suas lendas urbanas, achei muito legal e interessante. Estou muito ansiosa para te conhecer.
Beijos!"
Escola Estadual Dr. Norberto Custódio Ferreira
"Sandra Pina, estou muito ansioso para sua vinda a minha escola. Eu adorei as suas lendas urbanas.
Com muito amor,
Marcos Lessa"
E. E. "Dr. Norberto Custódio Ferreira"
Sandra Pina, hoje nossa professora nos apresentou seu livro: Aconteceu no Reino de Brejo Grande. Adoramos a história e escrevemos alguns recadinhos para você:
"Sou o Lucas, tenho 9 anos e gostei muito do seu livro"
"Meu nome é Bianca, amei seu livro, achei a história muito legal"
"Sandra, sou Rafael, gostei muito do seu livro.Adorei que você pegou uma história que já era muito legal e fez ficar mais legal ainda. Achei muito interessante. Eu te amo.".
"Sandra, gostei muito de seu livro, achei a história muito legal. Só não gostei da parte que a sapa rainha ficava desmaiando toda hora". (Gabriel)
"Amei sua criatividade, vou te esperar aqui na escola". Beijo (Ana Luíza)
"Oi Sandra, você é uma ótima escritora. Vou adorar te conhecer. Você é bonita e parece ser muito legal como seus livros que são muito legais. Meu nome é Pedro e tenho 9 anos.
"Sandra Pina, gostei muito dos seus livros que minha professora leu para minha turma. Quero que lance mais dos seus livros, estou ansioso que venha aqui na escola para eu te conhecer. Obrigado pela oportunidade."
Luiz Felipe - 5º ano
E.E. "Doutor Norberto Custódio Ferreira"
"Sandra Pina, eu adorei seu livro, quero muito te conhecer, adorei sua biografia, te espero aqui na escola"
Luna da Silva Ruback - 5º ano
E.E. "Dr. Norberto Custódio Ferreira"
"Sandra Pina, amei seu livro, para mim é o melhor livro que já li, muito bom mesmo, se fosse classificar em estrelas eu daria cinco estrelas, amei mesmo, de coração. Eu mandei uma lenda urbana, meu nome é Pedro Henrique Almeida Pinheiro. Faz mais livros desses, a minha sala adorou."
Pedro Henrique - 5º ano
E.E. "Dr. Norberto Custódio Ferreira"
"Sandra Pina, eu queria muito te conhecer um dia! Amei a sua biografia e também gostei de seu livro. Achei você muito bonita, te espero aqui na escola."
Luisa Almeida - 5º ano
E.E. "Dr. Norberto Custódio Ferreira"
"Querida Sandra Pina, eu e meus amigos de sala gostamos muito dos seus livros! Parabéns por criar esses livros tão ótimos!
Parabéns!"
Leonardo - 5º ano
E.E. "Dr. Norberto Custódio Ferreira"
Queridos todos da E.E. Dr. Norberto Custódio Ferreira,
Eu também estou ansiosa para conhecer vocês. Acabei de ler todas as histórias que vocês postaram e amei todas. São muito inspiradoras e já começaram a me dar ideias para escrever novos livros. Será que consigo?
Nos vemos em breve!
Mil beijos em cada um de vocês.
Sandra
Amigos da Escola Flávia Dutra, alunos da Tia Eliane Pessoa,
Uau! Amei a história que vocês postaram! Será que consigo conhecer essas pedras na estrada??? Rs
Nosso encontro está chegando! Estou contando as horas para chegar aí.
Beijooooosssss
Até daqui a pouco.
Sandra
Querida Sandra estamos ansiosos para conhece-la no seu desafio se tratava de lendas urbanas mas os alunos dos ciclos inicias de 7 a 9 anos conheceram seu livro Aconteceu no reino de brejo grande se der fala um pouquinho desse livro para eles, faça algumas perguntas mas bom mesmo é que você se sinta a vontade.Professora Regina 3º ano E.E. Dr. Norberto Custódio Ferreira
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