01 Junho 2012

Planeta Terra, nossa casa


O verde está aqui na minha casa.
Na minha varanda tem um lindo jardim de garrafas pet para enfeitá-la.
Na minha copa as cadeiras são de pet. O meu quarto é todo enfeitado de sacolas plásticas. No meu guarda-roupa os puxadores têm enfeites feitos de garrafas pet.
Agora quando eu comecei a cuidar do Planeta Terra eu vi os pássaros voarem no céu, os rios de águas transparentes.
Terra, você nunca vai acabar.
Nós vamos cuidar de você.

Marcos Vinícius de Almeida Garcia Silva – 5º Ano
Prof. Filomena – E. M.Monsenhor Solindo.

30 Maio 2012

Terra, nossa casa


Eu queria mudar,
Eu queria mudar!
O meio ambiente e Terra salvar.
Pois aqui é minha casa,
É meu belo lar!

Primeiro começar
A não jogar lixo no mar,
Em segundo lugar,
Eu vou te falar,
Não jogar lixo nas ruas
E as crianças educar!

Em terceiro lugar
Vamos combinar
Cuidar dos animais
E a vida respeitar...

Para terminar
Uma mensagem vou deixar,
A terra é nossa casa,
Por isso vamos preservar!


Bruno Da Silva, Jéssica Da Silva, Lorran de Jesus - 6º ano
Porfª: Daise e Cacate - E. M. Antônio Ribeiro Barroso

29 Maio 2012

Nossa Casa, o Planeta Terra!


Como eu vejo o planeta Terra.
De longe ele é assim: azul e lindo!
E é aqui que moramos.
Nós e nossos filhos um dia.
E os filhos dos nossos filhos.
Há muito tempo que o homem vem tentando conhecer melhor o universo. Nesta busca são usados telescópios cada vez mais poderosos, foguetes capazes de ir cada vez mais longe e antenas cada vez mais aperfeiçoadas.
Mas por enquanto, não se conhece no universo inteirinho um planeta como este.
Onde haja ar, onde haja água, onde há vida!
Mas para que a Terra continue a nos dar tudo aquilo que precisamos para viver, temos que cuidar dela como cuidamos de nossa própria casa. Melhor ainda, pois da nossa casa nós podemos mudar, da Terra não.

Vanusa Proêncio Rezende - 5º ano
Profª Ângela - E.M. Monsenhor Solindo

Nossa Casa, o Planeta Terra!


Devemos cuidar do planeta, não jogando lixo nos rios, não fazendo queimadas. Em nossa casa, cuidamos dela com muito carinho, gostamos que tudo fique no lugar e bem limpinho e cheiroso, assim é o nosso planeta, ele não gosta do modo como o homem o trata, derrubando árvores, jogando pneu velho nas águas e acabando com a camada de ozônio, que com isso esta afetando a temperatura, o chamado efeito estufa. Não podemos dar as costas ao planeta Terra, ele pede socorro, precisa de ajuda, carinho e muita atenção, assim como nossa casa precisa de organização, carinho e dedicação.
O planeta Terra é nossa vida, assim como nossa casa nosso refugio.

Victória Rocha Gonçalves  -5º ano
Profª Ângela - E.M. Monsenhor Solindo

Nossa Casa, o Planeta Terra!


O planeta é um bem muito precioso, que as pessoas estão destruindo. Com o desmatamento, a poluição, com o lixo nos rios o planeta vai sendo prejudicado, se as pessoas não cuidarem ele pode acabar.
O planeta é como nossa casa onde moramos e devemos cuidar não sujando, não poluindo, não jogando lixo nos rios, não desmatando.
Se você quer viver em um planeta limpo, preserve-o, pois a poluição só vai nos prejudicar.

Yan Felipe Nunes Ladeira - 5º ano
Profª Ângela - E.M. Monsenhor Solindo

Nossa Casa, o Planeta Terra!


O planeta Terra pede socorro, não suporta mais tanta poluição.
Ele é a nossa casa e é preciso respeitá-lo tratando-o com amor.
Há muitas coisas que podem ser feitas para ajudá-lo, mas se não agirmos rápido ele não vai suportar.
A mídia incentiva o consumismo dizendo o tempo todo que é preciso comprar, só que quanto mais se compra, mais lixo se produz e mais florestas são desmatadas. É tempo de se  conscientizar e comprar somente o necessário.
Todos devem entrar nessa luta em favor do nosso Planeta. E para ajudar, não devemos colocar fogos nas matas, desperdiçar água, cortar as árvores. Não devemos também jogar lixo nas ruas e nos rios. É importante também reciclar o lixo. As pessoas devem andar mais de bicicleta e a pé e não de carro e moto, pois eles  poluem o ar. E nas fábricas devem colocar filtros nas chaminés, pois elas também poluem o ar.
Se todos fizerem a sua parte o Planeta não vai acabar.

Thales Felipe Ferreira - 5º ano
Profª Ângela - E.M. Monsenhor Solindo

Nossa casa: O planeta Terra


Vamos começar em nossa casa para melhorar o nosso planeta, não jogar lixo na rua e não jogar também óleo no ralo porque vai para no esgoto e vai matar os peixes, vamos cuidar do nosso redor assim teremos uma planeta melhor.
Victor Hugo Godinho

Vamos ajudar o nosso Planeta, começando na nossa casa.
Eu, Clarisse, posso ajudar o meu Planeta, tomando cuidado para não jogar óleo no esgoto e lixo nos rios e nas ruas...economizando a água.
Olhando lá de casa, eu vejo as pessoas jogando lixo na rua e ficando toda suja isto é muito feio.
Clarisse Lima

Vamos começar a limpar nossa casa, ajudando a mamãe a limpar, a varrer para ficar limpo, temos que ajudar a mãe para ficar cheirosa nossa casa. Que é o nosso Planeta.
Isaque Henriques

Alunos da profª Clébia – 2º Ano
E. E. Guido Marlière

28 Maio 2012

Querido Planeta Terra,


Desculpe-nos por jogar lixo no chão, por não reciclar e por tantas vezes não te respeitar. Saiba que nós te amamos e precisamos de você para viver.

Com amor,
              Todos os humanos.


2º ano
Florescer


2º ano - Florescer

Nossa casa, o Planeta Terra!


O Planeta Terra
É lindo demais,
Pena que o homem
Não enxerga isso mais.

Algumas pessoas
Maltratam nossa casa,
Jogam lixo nos rios,
Poluem a natureza,
Destroem toda beleza!

Mas não tem importância,
Ainda dá tempo,
Nós chegamos para cuidar
Do nosso lindo planeta

Vamos proteger nossa casa
Cuidando da natureza
Pois assim seremos felizes,
Com certeza!


João Pedro, Bárbara, Eduarda e Joaquim - 1º ano
Florescer
  




Nossa casa, o planeta terra!

Era uma vez uma menina chamada Beatriz, ela adorava a natureza e os animais, mas estava preocupada com o que estava acontecendo. Ela ouviu uma noticia que o planeta estava sendo destruído pelo homem e ficou muito triste.
Naquele dia, Beatriz dormiu mais cedo e sonhou... sonhou que estava passeando em vários lugares do planeta terra. Ela viu lixo nos rios, o homem cortando árvores, matando animais, desperdiçando água e comida. Eles estavam sendo muito mal educados. Beatriz ficou assustada.
Quando andou mais um pouco, viu várias crianças que queriam cuidar do planeta, então se juntou a elas e saíram para ensinar às pessoas que nós devemos cuidar do nosso  planeta, porque precisamos dele para morar, para viver, ele é a nossa casa. Ensinou também que elas precisam ter educação, pois, assim o planeta será bem melhor.
Ao acordar, Beatriz chamou todos os seus amigos e contou sobre seu sonho. Então, todos resolveram ajudar. O homem ficou bom e educado, o planeta ficou limpo e bonito e todas as pessoas ficaram muito mais felizes!

Maria Clara, Luísa, Sarah, Gabriel
1º ano
Florescer

Nossa Casa, o planeta Terra


Nossa casa o planeta terra
Cheio de festa e alegria
Cheio de cor e magia
E o Senhor sempre iluminando

Adoro minha casa
Mas ela tem muita poluição
E sei que a salvação dele
É a conscientização.

Não destruir nosso planeta é tão bom!

Biatriz Carmo - 4º ano
Profª Wilma - E.E. Guido Marlière

Nossa casa, o planeta Terra

O planeta terra é nossa casa porque vivemos nele. Ele é cheio de pessoas que até hoje não sabem que a poluição está cada vez piorando.
Você já pensou se o planeta Terra fosse uma bola de plástico e de repente caísse sobre um objeto que pudesse perfurá-la? Ela seria esvaziada, iria acabar.
Então, é isso que acontece com o planeta Terra. Está sendo lançado sobre a poluição, pode acabar e isso não pode acontecer! Porque nós sabemos que, se o planeta Terra que é a nossa casa acabar, nós também acabaremos.

Sabrina de Castro Souza - 4º ano
Profª Wilma Oliveira - E. E.  Guido Marlière

Nossa casa, o planeta Terra


Evoluir é o que todos queremos
Para na terra podemos crescer
Se um pouco de vontade todos tivermos
Podemos assim fazer

Existem problemas na terra
Pois somos nós que o causamos
Se os queremos diminuir
Todos temos que contribuir

A água é um bem precioso
Muito mais que um diamante
Apesar de belo para as mulheres
Ela e bem mais importante

A terra já não tem muito tempo
Com o tempo aprendemos a crescer
Pois foi na terra que nascemos
E é nela que desaparecemos.

Thiago Gomes - 4º ano
Profª Wilma - E.E. Guido Marlière

25 Maio 2012

Terra, nossa casa!


Sou um pequeno pontinho azul na imensidão do espaço. Sou o planeta Terra.
Há bilhões de anos fui criada. Antes da chegada do ser humano eu era feliz, coberta de vegetação, cheia de animais, com ar puro, águas cristalinas, cheia de paz...
O homem chegou e a destruição começou.
Plantas e animais foram morrendo, o ar ficou cheio de poluição e minhas águas deixaram de ser cristalinas. Deixei de ser feliz...
Tenho esperança de ser como antes, bem feliz. Para isso, preciso que todas as pessoas cuidem bem de mim, pois eu sou a casa onde elas vivem.

Alunos do 4º ano
Prof ª Márcia Henriques
E.E. Guido Marlière

Nossa casa, o planeta Terra


O planeta está tão sujo, pois os homens jogam lixo nas ruas, nos rios e praças.
Se isso não mudar, o nosso planeta vai acabar virando um lixão.
Tudo poderá ser destruído. Nossos rios serão destruídos, nosso ar será poluído e o solo contaminado.
Precisamos cuidar melhor do nosso planeta.
A Terra é nossa e precisa ser bem cuidada, afinal é nosso lar.

Wend Ferreira Rosa - 4º ano
Prof ª Joana - E.E. Guido Marlière

22 Maio 2012

Recadinho da Mary e do Eliardo


Queridas, crianças!

Estamos muito satisfeitos com o trabalho desenvolvido por vocês.  Os vídeos e comentários dos alunos de Cataguases, nos emocionam a cada palavra. Incentivar a Leitura e um dos nossos principais compromissos com a sociedade. Obrigado a todos vocês, alunos do município de Cataguases e especialmente aos que produziram e apresentaram este vídeo, ficou muito legal !!!

Beijos carinhosos de Mary e Eliardo França

16 Maio 2012

Nossa Casa : O Planeta Terra

O planeta Terra é a nossa casa. ele é lindo!
Quando Deus criou a Terra ele criou os animais que enfeitam nosso mundo, os rios, os frutos das árvores que são deliciosos.
Nós temos que cuidar bem do nosso planeta.
Exemplo:
Não jogar lixo nas ruas nem nos rios, não derrubar as árvores à toa e nem matar animais.
Hoje em dia tem mais de cinquenta bilhões de pessoas. As pessoas estão cortando árvores para fazer casas, edifícios, prédios e ruas.
Vamos parar de matar animais, cortar árvores vamos ajudar nosso Senhor.

Flávio Célio de Oliveira Júnior -  5º ano
Prof:Selma Fortunato de Sousa
E.E”Guido Marlière”

Nossa casa: O Planeta Terra

O nosso planeta tem muita beleza e riqueza, mas a poluição está danificando o solo a água, o ar, as grandes florestas, como a floresta Amazônia. Por isso vamos preservar o nosso planeta reciclando o lixo, limpando lagos, plantando árvores, cuidando do solo. Se não cuidarmos bem do nosso planeta irá acabar a beleza e a riqueza que nele se contém.

Lorena Vitoria Carvalho do Bem.
Profª Selma - E. E. Guido Marlière

Nossa Casa, o planeta Terra


O planeta Terra é a nossa casa. É por este motivo que temos que ter consciência de que se cuidarmos dela, estamos cuidando do nosso habitat.
Temos que cuidar de onde moramos, temos que ter cuidado para que onde moramos não vire um monte de lixo e é mais ou menos isto que está acontecendo nos dias de hoje.
Não cuidamos de nossas florestas e isto está atingindo todo o planeta Terra.
Chuvas tenebrosas, enchentes acima do normal, tanto desmatamento nas florestas e o ar que respiramos sempre poluído.
Se não tivermos a consciência de estarmos acabando com o lugar onde moramos ao invés de cuidarmos dele ele vai acabar.

Bernardo Bronzato – 5º ano
Profª Selma - E.E”Guido Marlière”

Nossa casa, o planeta Terra.



O planeta Terra pede ajuda para nós, pois ele está cada dia mais poluído. As pessoas poluem, desmatam e não se importam com o meio ambiente e isso é desagradável e preocupante.
Devemos cuidar do nosso planeta, ele é a nossa casa, sendo assim evitaremos a sua degradação e teremos um lugar melhor para viver, onde os seres vivos irão respirar um ar limpo, a natureza ficará mais bonita.
Se todos os seres humanos fizerem a sua parte o planeta Terra não morrerá e juntos faremos um mundo melhor.

5º ano - Profª Genoveva
E. E. Guido Marlière

14 Maio 2012

Minha Casa, o planeta Terra


Nossa casa é o planeta Terra
Nele me sinto seguro
Sempre sonhando no escuro
Neste planeta me orgulho de morar

Nele adoro ficar
Vejo pássaros e aviões
Juntos a voar
Neste planeta me orgulho de morar

Um planeta que você pode sonhar
E quando o sonho terminar
Historias para os meus amigos vou contar

Eu tenho um super-heroi
Nele gosto de pensar
Pensar que o nosso planeta
Juntos vamos salvar

Por isso já fiz minha parte...
E você tem que me acompanhar
Não poluir, não desmatar, não desperdiçar
Eu sei que esse desejo, vai se realizar!


Layrah, Mirian e Ronald - 5º ano
Profª: Edilena - E.E Guido Marlière

Minha Casa, o planeta Terra.


O planeta Terra, com sua natureza, as selvas, os rios, oceanos, as florestas, as árvores, as flores, o ar, a brisa e os ventos, tudo isso é presente de Deus para tornarem a terra nossa casa.
Por isso devemos preservar não desmatar e nem poluir nenhuma dessas riquezas.
A Terra é um planeta lindo para se viver.
Para nós não há lugar melhor pra se morar.
Ela é como se fosse uma espaçonave que acolhe seus astronautas com amor.
Ela não nos cobra nada.
Só pede que cuidemos bem dela, como cuidamos da nossa própria casa.
Lugar igual ao nosso planeta não há!

Laryssa, Sarah e Matheus - 5º ano
Profª Edilena - E.E. Guido Marlière



Nossa Casa! O Planeta Terra!


Temos que cuidar do nosso planeta como se fosse a nossa casa. Ele é incrível com tantas coisas lindas!
Como a natureza, as flores e os animais.
Precisamos conservar o meio ambiente, não poluindo os ares e nem jogar lixos nas águas.
Vamos ajudar o nosso planeta ser saudável!

Alunos do 3º ano da prof. Rosane
Escola Estadual Guido Marlière

03 Maio 2012


Queridas, crianças! 

Estamos viajando muito, por isto ainda não tínhamos respondido os recados de vocês.

Agradecemos a todos pelo carinho que estão demonstrando com as mensagens tão  especiais,  Eliardo e eu, abrimos a caixa de comentários e ficamos muito orgulhosos com 110 comentários. Estamos ansiosos pelo nosso encontro. Enquanto isso estamos aqui , eu, Mary escrevendo uma nova história e Eliardo ilustrando. Rapidinho estaremos juntos para trocarmos nossas ideias e refletirmos sobre a importância da leitura na vida de cada um de nós. É com grande satisfação que lhes deixamos esse recado. A todos que fazem parte deste projeto nosso abraço enorme e beijos beijos e mil beijos.

Com carinho
Mary e Eliardo França
Porto Alegre RS 03/05/2012

02 Maio 2012


Ei, pessoal!

A Mary e o Eliardo estão muito contentes com todos os recados e principalmente com todo carinho que os têm tratado. Em breve eles irão respondê-los.

Antes disto, porém, eles já fizeram o desafio de escrita colaborativa.  Querem que vocês escrevam sobre NOSSA CASA: O PLANETA TERRA. Acho que vocês terão muitas histórias para contar! Estou certa?!

Conto com vocês!
 Andrea



folhadeitapolis.com.br/admin/images/ck/images/Planeta%20Terra%20nossa%20casa.jpg

04 Abril 2012

Eliane Pessoa e Daniela Lacerda - Representantes do PROLER

Esta semana as escolas que participam do Escrevendo com o Escritor começaram a receber os livros da Mary e do Eliardo França. Cada uma receberá 35 livros. 

  1. E. M. Monsenhor Solindo
  2. E. M. Antônio Ribeiro Barroso
  3. E. E. Guido Marlière
  4. Centro de Educação Florescer
  5. Colégio de Aplicação - FIC
  6. E. M. Sebastião Carvalho - Zona Rural de Itamarati
  7. APAE de Cataguases
  8. PROLER - Cataguases

 
Alunos da E. M. Antônio Ribeiro Barroso

02 Abril 2012

Damos início hoje ao Escrevendo com o Escritor 2012


Vamos conhecer agora a história da Mary e do Eliardo França, escritora e ilustrador que participarão do Escrevendo com o Escritor neste semestre. Nosso encontro está marcado para os dias 4 e 5 de Junho, mas antes disto vamos viver várias aventuras juntos que vamos sempre postar aqui no blog. Tomara que todo mundo goste!!!!

Vamos começar com a Mary


Quando pequena, Mary França conheceu muitas cidades. Até os cinco anos de idade, viveu em Santos Dumont, de onde guarda boas memórias da rua da Biquinha, das reuniões de família, de uma fábrica de bonecas da sua rua e da árvore em que brincava ao redor, fazendo "comidinha” com as primas. Aos cinco anos, mudou-se para Barra do Piraí. Lá já assumia a sua característica de menina responsável: cuidava de sua irmã caçula e ajudava no trabalho do pai, que tinha uma casa de materiais de construção. Finalmente, aos 11 anos foi para Juiz de Fora, cidade que marcou definitivamente sua vida.
            Nessa época, Mary França também conheceu os discos de histórias infantis, que seu pai colocava para a filha escutar. Gostava, sobretudo, da história de Peter Pan. Ouvir essas histórias a influenciou muito a se tornar escritora.
            No curso de magistério, um colega que sabia do gosto de Mary pela literatura a incentivou a escrever histórias. Decidiu seguir o conselho e passou a dividir sua vida de adolescente com a vida de escritora: criava contos e seu mundo imaginário em meio a um dia a dia típico de uma garota de sua idade. Mas ainda sem publicar.
            Algum tempo depois, em um baile de Carnaval, Mary conheceu Eliardo França, um jovem ilustrador em começo de carreira. O encontro foi o empurrão que faltava para Mary se tornar uma escritora de verdade: ele ilustrou o primeiro livro que ela publicou, O menino que voa, lançado pela Editora Conquista, no início dos anos 60. E a parceria se estendeu além das páginas dos livros infantis: os dois se casaram e consolidaram uma bem-sucedida carreira em conjunto.
            Em 1974 foram convidados pela Editora Ática para produzir livros para crianças pequenas, com pouco texto. Naquele momento Mary França começa a pensar na Coleção Gato e Rato, uma das coleções mais elogiadas e mais utilizadas pelos professores em sala de aula.
Um novo desafio apareceu em 1989: traduzir diretamente do dinamarquês os contos de Hans Christian Andersen, destinados a um público um pouco mais adulto. Fizeram, então, uma das maiores viagens da vida de ambos, morando durante quase um ano na Dinamarca, onde visitaram museus, pesquisaram e aprenderam com vizinhos e conhecidos sobre o escritor que tanto a encanta.
E depois de todas as pesquisas, textos e quilômetros rodados, Mary ainda adora viajar, mas gosta mesmo é do contato com as crianças. Tem prazer em reunir sua família e seus netinhos, ou ir até escolas para se aproximar do público leitor. Desse relacionamento íntimo tira ideias para novos livros.

Agora o Eliardo


                A fantasia nas cores e nos traços é uma constante na vida de Eliardo França. Quando, ainda pequeno, ele desagradou à professora ao pintar sua primeira árvore azul, esse ilustrador mineiro já começava a definir um dos estilos de sua obra, que é repleta de cachorros roxos, gatos verdes e ratos vermelhos.
           Sua imaginação de cores trocadas, assim como seu gosto pelos temas infantis, bebeu muito da fonte de sua infância em Minas Gerais. O menino Eliardo aprendeu a montar arapucas para pegar passarinho, jogar bolinha de gude e pescar com guarda-chuva! Essa pesca acontecia na época da desova dos lambaris, quando os peixes subiam o rio e saltavam para superar os desníveis da água. Desavisados, os peixinhos caíam dentro do guarda-chuva estrategicamente aberto por Eliardo, que pescava quilos de lambaris para comer fritos no fubá. 
           Entre caricaturas e garatujas, cresceu querendo ser desenhista. Aos 18 anos, tentou Arquitetura, mas logo percebeu que não era a sua área de interesse. Ainda convencido que seu caminho profissional estava no desenho, tomou coragem, elaborou algumas páginas de histórias em quadrinhos e foi ao Rio de Janeiro, bater na porta da Editora Brasil-América. 
          Chegou sem avisar, e encontrou o editor Adolfo Aizen, que o aconselhou a seguir o caminho da ilustração de livros infantis. Apesar de seu primeiro trabalho nunca ter sido publicado, o jovem ilustrador foi incentivado a continuar. Esse incentivo rendeu a ele as ilustrações para livros de Malba Tahan, além da oportunidade de trabalhar com Ziraldo, na revista O Cruzeiro, e no caderno infantil do Jornal do Brasil.
           Mas foi com os textos de Mary que os desenhos de Eliardo se tornaram conhecidos e ajudaram a alfabetizar muitas gerações de leitores mirins. A parceria rendeu também um casamento e quatro filhos.

Para conhecê-los melhor visite o blog Os Pingos!

14 Dezembro 2011

Campanha de Natal



Mais uma vez os os escritores deste blog encabeçaram uma Campanha de Natal que arrecada alimentos e brinquedos para creches e asilos. Com a ajuda das bailarinas que também participam dos trabalhos com os escritores - ver fotos à direita - conseguiram arrecadar 279 brinquedos e 524 alimentos que foram distribuídos para a creche SOS, a Associação Fraterna de Assistência aos Necessitados – AFAN - os Asilos São Vicente de Paula, São José e São Sebastião, localizados nas cidades de Cataguases e Piraúba.

A entrega das doações foi um evento à parte quando as turmas que arrecadaram mais produtos na campanha – alunos das professoras Joana e Edilena da E. E. Guido Marlière - puderam fazer a entrega junto com os Doutores Cura Cura, em uma grande festa onde o maior ganho foi a felicidade por se fazer o bem.
 
Agradeço e parabenizo a todas as crianças pela campanha, certa de poder contar com todos em 2012.

Andrea Toledo

13 Dezembro 2011

Cortejo de Natal

Enquanto aguardam o próximo escritor que irá escrever com eles em 2012, a meninada responsável por este blog participa ativamente de eventos culturais promovidos pelo  Instituto Francisca de Souza Peixoto. O principal deles foi o Cortejo de Natal que envolveu colaboradores e beneficiados pelos projetos dos Instituto e levou Papai e Mamãe Noel, papainoeizinhos, duendes, soldados romanos, anjos, José e Maria, Reis Magos, Bate Pau, bailarinas, estrelinhas, povo de Jerusalém e livros aos os moradores de Cataguases. As fotos abaixo expressam com propriedade a emoção que tomou conta da cidade.

 

05 Dezembro 2011


 “Você tem que encontrar o seu livro, quando o fizer você não para mais de ler” Luiz Galdino


Crianças falando sem parar, bailarinas atrapalhadas, coral pouco afinado, quadros e esculturas que não seriam aceitos nas galerias dos grandes museus, calor, um cansaço de dar olheiras. Assim foi recebido o escritor Luiz Galdino em Cataguases. Parece ruim, mas não é.
Foi tudo lindo! Feito com muito carinho, dedicação e alegria por pessoas que acreditam em um futuro melhor construído através da cultura e da educação. As crianças que participaram puderam ler, escrever, assistir teatro, ganhar livros e incluir mais um autor em seus currículos.
É assim, sempre, o Escrevendo com o Escritor, iniciativa mantida pela Companhia Industrial Cataguases, através do Instituto Francisca de Souza Peixoto há seis anos, e que tem entre seus principais objetivos o incentivo à leitura, à escrita e às artes. Que tenha vida longa!!
Meus repetitivos e eternos agradecimentos a todos!

Andrea Toledo


25 Novembro 2011

Amigas e Amigos da E. M. Antonio Ribeiro Barroso


Praticamente tudo que eu disse sobre as histórias escritas pelos alunos da escola Guido Marlière, vale também para estas, que acabei de ler. Fiquei, mais uma vez, impressionado com a surpreendente variedade de motes e estruturas narrativas, que podem ser vistos e saboreados através destes contos. Se juntarmos todos os contos das duas fases, teremos quase que um modelo para cada história criada. Isso é muito bom!
Em “A Lenda do Queroz”, acredito que o personagem foi inventado, criado, significando com isso que o autor ou autores buscaram um elemento primordial da literatura, que é a originalidade. No entanto, tão importante quanto a originalidade, é o fato que a estrutura do conto nos remete à forma de revelação comum ao mito. O que é o mito senão a explicação de como alguma coisa surgiu, ganhou vida, começou a ser, a existir? Em vez de coisa, claro, poderia ser alguém. E não é preciso procurar os mitos clássicos; bons exemplos estão aqui pertinho, nos mitos indígenas.
“O Rei dos Gatos” corresponde aos personagens que foram criados, mediante uma necessidade imperiosa: ajudar a manter a norma vigente, que a sociedade tem por correta. Neste conto, sua aparição ameaçadora se associa à presença-existência de crianças desobedientes. Poderíamos dizer: uma variação da Cuca para crianças maiores. A Cuca descia do telhado e vinha pegar as crianças bem pequenas que não queriam dormir. O que já não se inventou para o descanso das mães mal-dormidas!
A boa história sobre “A Casa Abandonada da Rua Dutra” concatena dois aspectos de real interesse. O primeiro é aquele, segundo o qual a pessoa temida ou malévola carrega esta característica da vida para o além. Às vezes, até piora sua natureza, pois, após a morte, ela se vê limitada em vários aspectos. E além deste ponto, há outro interessante. Muitas histórias louváveis, inclusive esta, deixam patente que a coragem vence até o sobrenatural. Neste conto, o monstro é vencido e morto por uma Mulher, que se enche de coragem ao ver a filha pequena aprisionada pela estúpida criatura.
“A Lenda das Três crianças da Floresta” segue um mote frequente nas histórias de monstros e assombrações. As aparições se repetem quase sempre num mesmo lugar, num mesmo cenário, e se prendem a um fato singularmente brutal, ali ocorrido no passado. São muito comuns em todo o país, as águas santas, fontes sagradas, menina santa etc., designando os lugares onde uma criança teria sido sacrificada de modo brutal por algum maníaco.
Com o passar do tempo, felizmente, estes lugares malditos pelo acontecimento tenebroso acabam ganhando uma aura diversa em que a imagem da criança se associa a fenômenos de elevação espiritual e até milagres.

Luiz Galdino/ SP.24.11.2011

22 Novembro 2011

A lenda do Queroz


Esse é o caso do Queroz. Para quem não sabe o Queroz era um homem com a cabeça raspada e os pés cabeludos. Nas noites de lua cheia, se transformava em uma criatura tenebrosa, com olhar horripilante, sobrenatural, de tirar o fôlego até mesmo dos mais corajosos...
Queroz significa: traz mais mulher pra nós... E era isso que ele fazia, caçava mulheres nas noites de lua cheia.
Tudo começou com dois casais que haviam se casado há pouco tempo. O Roger e a Karolaine e o Fillipy e a Vitória. Passados três anos, Vitória e Karolaine começaram a reparar que seus maridos já não tinham mais tempo para elas e decidiram se separar... Fillipy se conformou com a situação, mas Roger não.
Roger resolveu então, vender a sua alma e um espírito ruim exigiu que ele matasse muitas mulheres e para isso mandou que ele fosse até uma boate e matasse todas que lá estivessem; e avisou que sua ex mulher também estaria lá... Então, em alguns minutos ele se transformou em Queroz...
Naquela noite Queroz enrolou uma corrente em seu corpo e dirigiu-se para a boate. Chegando lá viu sua ex mulher junto de algumas amigas, então rapidamente atacou-a e arrastou-a para um lugar afastado, pendurando-lhe em uma árvore enforcando-a. Ao lado de seu corpo deixou o seguinte recado: “Mulheres dêem valor aos seus maridos e não se separem deles, senão o Queroz irá pegar vocês....”.
No dia seguinte mais 32 mulheres morreram misteriosamente durante um black out, no mesmo horário, do assassinato anterior, naquela boate... E assim até hoje todas as esposas que leram o recado temem as palavras do Queroz...

Elias da silva costa – 8º ano
Prof. Daise e Cacate
Escola Municipal Antônio Ribeiro Barroso

A lenda do rei dos gatos


O rei dos gatos era um homem que morava sozinho em uma mansão grande e assombrada. Ele era horrível, com dentes semelhantes ao de um tubarão, rosto peludo igual ao de um lobisomem, corpo de gato, e garras afiadas como uma navalha...
Ele tinha vários gatos que o seguiam por toda parte, obedecendo aos seus comandos... Eram como seus escravos e não ousavam desrespeitá-lo...
O rei dos gatos era um homem maligno, que não gostava de ninguém. Ordenava que em noites de lua minguante, os gatos invadissem as casas e raptassem crianças desobedientes, levando-as para a mansão assombrada. Lá transformava as crianças em gatos com seus olhos de serpente de fogo, tão aterrorizantes quanto as profundezas de um vulcão.
Conta-se que apenas o rei dos gatos conseguira adquirir os olhos de serpente de fogo. E que para encontrar essa serpente, teve que mergulhar nas profundezas da larva do vulcão de Dambo Dick, contando para isso com a ajuda de forças sobrenaturais...
Falam por aí que o rei dos gatos está dormindo a mais de mil anos e que quando o vulcão de Dambo Dick entrar em erupção, ele acordará e voltará com todo o seu poder e exército de gatos e transformará todas as crianças desobedientes em seus escravos.

Fillipy – 8º ano
Prof. Daise e Cacate
Escola Municipal Antônio Ribeiro Barroso

A casa abandonada da rua Dutra


Perto da minha casa, que fica na rua Dutra, tem uma antiga casa abandonada. Sua aparência é assustadora...
A antiga casa está caindo aos pedaços, as portas e janelas de madeira estão completamente estragadas, as paredes descascadas e em algumas partes os tijolos estão à mostra... As plantas do jardim estão secas e as frutas das árvores sempre azedas... O portão da frente tem uma corrente de ferro enferrujada e quando venta forte, escuta-se o ecoar do seu rangido por todas as redondezas, fazendo barulhos assustadores...
Conta-se que há muito e muito tempo atrás morava nesta casa um homem muito misterioso e assustador, que gritava enfurecido com qualquer um que se aproximasse da casa... Ele era barbudo e muito alto... E por não sair de casa, raramente era visto.
Certa vez três crianças da rua vizinha estavam brincando de bola próximas a casa. Quando de repente uma delas chutou a bola com tanta força, que atravessou o portão e acertou a vidraça da janela, espatifando-a...
O misterioso morador da casa estava dormindo, porém com o barulho acordou e ficou furioso... As crianças que achavam que a casa era abandonada haviam entrado em seu quintal para tentar recuperar a bola... Porém se depararam com a figura assustadora daquele homem estranho, que saiu correndo atrás delas... Duas das crianças conseguiram fugir, porém uma delas, uma garotinha, foi pega pelo homem e arrastada para dentro casa...
As duas crianças que conseguiram fugir, correram até a casa dos pais da menina e contaram o que havia acontecido... Então a mãe da menina cega de desespero pegou um facão e junto do seu marido correu para a horripilante casa abandonada...
Ao chegar à casa, os pais viram sua indefesa filhinha acorrentada à uma mesa e exigiram que o homem a soltasse imediatamente... Porém ele se recusou, ameaçando os pais da menina... Descontrolada, a mãe pariu em direção ao homem e lhe deu três golpes com o facão, matando-o imediatamente...
Conta-se que até hoje o fantasma do misterioso morador, assombra à casa abandonada da rua Dutra e nenhuma criança ousa ultrapassar os seus portões, com medo de ser atacada...

Vitória Borges – 8º ano
Prof. Daise e Cacate
Escola Municipal Antônio Ribeiro Barroso

A lenda das três crianças da floresta


Certo dia, um menino chamado Luiz estava andando em uma pequena reserva florestal, próxima à sua casa, pois havia ido fazer um piquenique com a sua família. Foi então, que ouviu um barulho estranho e resolveu ver o que era... Quando se aproximava de onde vinha o barulho, sua mãe o chamou para ir embora. Luiz só conseguiu ver ao longe três pequenos vultos, próximos a uma grande árvore.        
Ao cair da noite, quando Luiz já estava em casa se preparando para dormir, ouviu novamente o barulho estranho, igual ao que havia ouvido mais cedo, vindo do quintal de sua casa. Começou a tremer de medo, mas muito curioso, tomou coragem e foi ver o que era...
Chegando ao quintal viu três crianças, estranhas, com os olhos vermelhos e com as roupas sujas, parecendo que haviam sido queimadas em algumas partes. Resolveu se aproximar para saber porque elas estavam ali sozinhas, tarde da noite e se precisavam de alguma ajuda.
De repente, as crianças começaram a atacá-lo e falaram que se ele não fosse embora naquele instante, iriam devorá-lo. Porém, Luiz não respeitou e as crianças pegaram uma corda, amarraram-no e arrastaram para a reserva florestal, prendendo-o na grande árvore... Então acenderam uma fogueira... Muito aterrorizado, sem entender o que estava acontecendo, Luiz acabou desmaiando.
No dia seguinte quando acordou, ao perceber que estava em seu quarto, deitado em sua cama, ficou muito assustado. Ao observar que em suas pernas e braços havia marcas como se tivesse sido amarrado por uma corda, ficou mais assombrado ainda... Será que havia sonhado?! Mas e aquelas marcas...
Luiz correu até a sua mãe para contar o que havia acontecido. E foi assim que descobriu sobre a lenda das três crianças da floresta.
“Conta-se que em 1898 três crianças haviam saído para brincar na mata e se perderam. Um homem louco que vivia naquele lugar, matou as pobres crianças, amarrou-as à grande árvore, fez uma fogueira e depois devorou-as...”
Até hoje a alma das três crianças vivem perdidas na mata, sendo conhecidas como as três crianças da floresta...
Karolaine – 8º ano
Prof. Daise e Cacate
Escola Municipal Antônio Ribeiro Barroso

20 Novembro 2011

Amigas e Amigos da Escola Guido Marlière


Recebi a primeira remessa de histórias de assombração e fiquei muito bem impressionado. Despertou-me a atenção, principalmente, a variedade dos enfoques
(situações) em que os vários tipos de assombração aparecem. Eu não tenho muito a acrescentar, não. Apenas confirmar, como vocês observaram, que os fantasmas surgem, quase sempre, do desconhecimento do fenômeno.
Eu me recordo que na casa de meu tio Sinhô Monteiro, tudo estralava: O assoalho de ripas longas e os antigos móveis de madeira pesada. E algumas vezes, de fato, os estalos davam lugar a gemidos. Ou seria apenas impressão? Enquanto eu procurava associar os ruídos com os móveis presentes, minha mãe grudava-se ao braço da cadeira de espaldar alto e, a caminho de casa, jurava que, mais de uma vez, mãos de veludo haviam tocado na sua canela e nos seus cabelos.
“O Fantasma Zumba” é uma história muito original. Nesse caso, o fantasma é alguém que quer apenas jogar bola. Provavelmente, um fantasma solitário, que sonhava ter companheiros para brincar. Por que então o medo? Provavelmente, resulta do medo que temos do desconhecido e que poderia ter fim com a aproximação entre as partes. O que vocês pensam disso? Agora, eu fiquei assustado mesmo, logo na primeira linha do texto. Quer dizer que para vocês o fantasma assustador tem a ver com o fato de ser preto, pretinho, pretão? Não acredito! Tem algo incorreto aí; me digam vocês mesmos o que é que está errado aí?
Em “Mistério” acontece aquilo que colocamos acima. A curiosidade é utilizada como forma de saber. Quando se sabe, se conhece melhor cada pessoa, cada objeto, e os receios desaparecem. Muito legal! O “Bambuzal” apresenta outra configuração. É uma típica história de mistério, que induz o leitor a desvendar o mistério, o que é muito motivador. E “A Mão no Guarda-roupa” mostra outra variedade de conto de assombração, onde o que parece fantasma não passa de uma interpretação equivocada de um fenômeno. Como a minha mãe na casa de meu tio.
A “Assombração Assombrada” é uma história clássica, em que a assombração fica um pouco gratuita. Acredito que a história ganharia pontos importantes se a aparição de Mariquinha servisse, por exemplo, para salvar o personagem Ricardo, naquele ambiente tenebroso. Ele vai dali até em casa agradecendo à mulher, que havia desaparecido após a intervenção e ao chegar ao lar topa com a novidade: fora salvo pela mulher que naquele momento já  havia morrido. “O Acampamento Sombrio” é outra variedade de conto, que resulta de um princípio moral, segundo o qual toda desobediência deve ser castigada.
No caso da “Fazenda mal Assombrada”, um bom achado,  as assombrações são inventadas para amedrontar as pessoas e fazer com que se afastem do local.  Muitos monstros e fantasmas foram criados  para afastar os curiosos do local de grandes jazidas de ouro e ou diamantes. No Assuruá, Bahia, fonte de muita riqueza no século XVIII, dizem que as riquezas ainda enormes do lugar são guardadas pela Mãe da Sucuriú, que poderia acabar com a população da cidade só com o seu bafo.
E por fim “O Homem do Dedo Torto”  , outra variante de caso de assombração, em que a experiência lógica não é sequer cogitada. O que equivale dizer: com assombração tudo é possível e Fim.
Parabéns a todos. Estou realmente empolgado com a incrível variedade de assombrações que vocês criaram. E estou certo de que ainda irão muito mais longe. Já estou ansioso pela leitura.

Beijos e Abraços a Todos
Galdino
     SP.20.11.2011

19 Novembro 2011

O Fantasma Zumba


Zumba era um fantasma assustador. Ele era preto,pretinho e pretão ...
Morava numa casa assombrada e caminhava arrastando uma enorme corrente.
Num dia ensolarado, Marina, Helbert e Emanuel jogavam bola na rua, bem frente à casa assombrada.
Emanuel chutou a bola com tanta força, que a bola quebrou a vidraça da janela e foi parar dentro da casa.
Os meninos ficaram apavorados. Que fazer: enfrentar o fantasma ou ficar sem a bola?
Imediatamente Marina decidiu:
- Vou buscar essa bola.
- Nós também vamos-disseram Helbert e Emanuel.
Quando eles abriram a porta, levaram um enorme susto. Zumba brincava com a bola.
- Poooorrrrr favoorrrrr, você pode devolver a bola?
- Nãããããõoooo! Eu também quero brincar!
Os meninos se entreolharam e saíram gritando:
- Socorrooooooo! Um fantasmaaaaaaaa!
Eles correram, correram... até chegarem perto do rio. Desceram na margem do rio e se esconderam debaixo da ponte.
Passado um tempo e o medo, eles saíram de lá.
- Nunca mais quero jogar bola perto da casa assombrada - disse Herbert.
- Nem eu - disse Marina.
- Não volto nunca mais naquela rua - disse Emanuel.
- Herbert e Emanuel, vamos brincar na pracinha? Lá sim é um lugar seguro.
- Vamos!!!
Naquele dia eles brincaram e se divertiram pra valer... Quando a noite chegou... O sono não chegou e os três meninos viam o Zumba em toda parte da casa.
- Saí daqui fantasma!!!!

Alunos do 3º ano - Profª Joana
E.E. Guido Marlière